A busca da paz no Leste da República Democrática do Congo (RDC), no conflito que já leva largos anos com Ruanda, continua a merecer atenção das autoridades angolanas.
A estabilidade que se espera na região, futuramente, vai garantir crescimento e desenvolvimento e uma melhor circulação de pessoas e bens na zona que acolhe o bloco político económico da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). Para o efeito, a diplomacia angolana, em nome do Presidente João Lourenço e também líder em exercício da União Africana (UA), voltou a entrar em campo nos últimos dias.
A busca da paz é a meta. Assim, quanto ao plano da segurança para a pátria de Pépé Kallé, com autoridades americanas e do Qatar, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, manteve, de forma profunda, conversas separadas com os responsáveis dos dois países.
Nesta ordem, a convergência de posições entre as partes mediadoras do conflito foi a tónica dominante; no entanto, Angola, pela experiência que carrega, contará com o apoio dos EUA e do Qatar no processo de Doha.
Na semana passada, o Presidente da RDC, Felix Tshisekedi foi recebido em Luanda pelo seu homólogo, João Lourenço, e, depois do encontro, apesar de Ruanda não cumprir os acordos assinados no ano passado sobre o calar das armas, disse à imprensa que “em relação à paz, há uma luz no fundo túnel”.









