Distante de atingir as quantidades de safra do tempo em que figurava entre os maiores produtores de café do mundo, o Uíge caminha para conquistar a sua hegemonia, pelo menos a nível interno. Os camponeses desta província, apoiados pela delegação local do Instituto Nacional do Café (INCA), estão a substituir as plantações de outras culturas por cafezais para melhor atender à procura, que é dominada por empresas estrangeiras, sobretudo da Índia e de Portugal
Os cafezais vão tomando conta, aos poucos, das fazendas, quintas e lavras de pequenas dimensões em diferentes localidades da província do Uíge, conforme constatou a equipa de reportagem do jornal OPAÍS.
Apesar de ser um processo mais trabalhoso e que leva mais tempo para começar a colheita, em três anos, os camponeses asseguram ser o produto com maior procura por parte de cidadãos de diversas nacionalidades.
Em função disso, o plantio tem sido feito de forma escalonada, o que tem permitido que haja um intervalo entre os plantios de até um ano.Silva Jacinto, de 70 anos, é um dos fazendeiros que está a subs- tituir gradualmente o plantio, de forma escalonada, o que tem permitido que haja um intervalo de até um ano.
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