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“Os Kiezos vão na quinta geração e pela banda já passaram mais de 100 elementos”

Augusto Nunes por Augusto Nunes
1 de Agosto, 2025
Em Cultura, Em Cartaz

O lendário conjunto Os Kiezos completará, a 17 de Novembro próximo, 60 anos de existência. A jornada comemorativa deste percurso iniciou em Março último, no Prova D´Arte, no bairro Miramar, com uma série de concertos e homenagens que se prolongarão até ao mês de Novembro, altura em que o conjunto apagará as suas 60 velas

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Nesta entrevista curta concedida ao Jornal OPAÍS, o guitarrista e director artístico desta formação, Hidelbrando de Jesus Cunha, fala do seu longo percurso, das vassouras dadas ao regime colonial, dos seus momentos áureos e dos projetos futuros deste icónico Conjunto, que já vai na Quinta Geração de Músicos.

Os Kiezos completam, a 17 de novembro próximo, 60 anos de existência. Que memórias e significado tem para o Conjunto este percurso?

Bem, os 60 anos do Conjunto Os Kiezos têm um grande significado para nós. Recorda a nossa cultura, uma vez que o conjunto foi fundado ainda na era colonial. Era muito difícil naquele tempo a música angolana afirmar- se, porque havia também outros grupos que pertenciam àquele regime. Esses 60 anos de existência do Conjunto significam uma luta muito grande, tendo em conta o que Os Kiezos fizeram até hoje em prol da Música e da nossa Cultura.

Qual foi o segredo dos Kiezos para se manterem e afirmarem-se entre os diferentes grupos afectos ao regime colonial?

O segredo dos Kiezos foi tocar a música na nossa língua nacional, principalmente o samba e outros ritmos aqui da zona de Luanda e arredores. Cantar só em língua nacional, para manter a originalidade da nossa própria cultura.

Como é que o regime colonial encarava os Kiezos e o que dizia sobre as suas composições naquela altura?

Naquela altura, as autoridades coloniais encaravam Os Kiezos como um grupo de música tradicional angolana. Mas, por outro lado, também sabiam que a música era uma forma de combater o próprio regime. Então, nós fazíamos alguns temas assim disfarçados, para que não dessem conta das mensagens. Procuravam saber o que a música dizia, mas não entendiam nada da nossa língua. Para entender alguns trechos, iam perguntar a certos indivíduos que já eram informadores do próprio regime e apoiavam-no. A arma secreta, conforme eu disse, foi mesmo afirmar os nossos ritmos angolanos, que são ritmos também dos nossos ancestrais, e através daí o Conjunto conseguiu impor-se ao nível daquele regime, altamente repressivo.

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Augusto Nunes

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