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Hoteleiros querem ver exploradas novas baías para fomentar o turismo em Benguela

Patricia Oliveira por Patricia Oliveira
28 de Fevereiro, 2024
Em Economia, Manchete

As praias da baía Azul, Santo António, Caotinha e Restinga foram construídas no período colonial e o número de visitantes, na altura, era cinco vezes mais reduzido que no período actual

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O presidente da Associação dos Hoteleiros em Benguela, Cláudio Silva, disse ao OPAÍS que há mais de 50 anos que na província de Benguela não são exploradas novas baías, as quais podem impulsionar o sector do turismo na província.

O responsável hoteleiro defende que da Baía Farta até a região limítrofe com a província do Namibe existem pontos atractivos com águas cristalinas que podem ser aproveitadas para a formação de novas baías. A região litoral por explorar, refere Cláudio Silva, pode ser comparada, por exemplo, com a extensão do município de Benguela. “O turismo em Benguela tem tido muita solicitação, daí a necessidade da abertura de novas baías, pois há mais de 50 anos que não surgem novas baías e as existentes foram construídas no tempo colonial”, disse.

Explica que as praias da Baía Azul, Santo António, Caotinha e Restinga foram todas construídas pelo colono e o número de visitantes, na altura, era cinco vezes mais reduzido que no período actual. Na opinião de Cláudio Pinto, Benguela possui as melhores praias, e, numa altura em que decorrem as obras de reabilitação de 200 quilómetros da estrada que liga a comuna da Lucira, município de Moçâmedes (Namibe) e Benguela, pode-se aproveitar para se fazer a abertura de mais praias, com foco para o fomento turístico e a arrecadação de receitas.

“Baías” ocupadas

Segundo o responsável para surgimento de novas baías, há necessidade de o Governo fazer programas ou concursos direccionados aos empresários para a sua exploração. Cláudio Silva denuncia a existência de espaços com potencial para futuras baías ocupados por privados. “Temos informações de que há pessoas que ocuparam estas baías e estamos a trabalhar com o Governo para conseguir reaver alguns espaços”, revelou. Segundo ele, as baías turísticas existentes não têm zona de campismo, turismos religiosos, apenas apresentam áreas para o parqueamento, o que não permite visitas por longas horas. É de frisar que a província de Benguela dispõem de uma extensão de mais de 200 quilómetros de praias.

15 milhões de turistas

Para Benguela, os hoteleiros vaticinam que receberão 15 milhões de turistas nos próximos anos, daí a necessidade também de aumento do número de quartos com qualidade para atender as solicitações. Com os 15 milhões de turistas, a meta para o sector é o de criar mais de 15 mil postos de trabalho. Cláudio Silva salienta, entretanto, que todos os municípios de Benguela têm potencial para o turismo, quer seja rural, de sol e mar. Destino turístico direccionado é o que falta, por exemplo, para a zona do Balombo, onde se pode tomar banhos térmicos, assim como a mística da zona do Dombe Grande.

Patricia Oliveira

Patricia Oliveira

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