A Acqua afirma, em nota enviada ao jornal O PAÍS, estar a assegurar, desde o primeiro momento, uma resposta operacional e técnica no terreno para garantir o acesso a água potável às populações afectadas pelas cheias na província de Benguela, em articulação permanente com o Governo Provincial e parceiros locais, ao mesmo tempo que prevê um apoio global avaliado em cerca de 50 milhões de kwanzas, que inclui a entrega de 1.000 colchões, botijas de gás butano, fogões, utensílios domésticos.
A nota salienta que, com uma actuação imediata, a empresa mobilizou meios e equipas especializadas para assegurar a continuidade do abastecimento, incluindo em zonas críticas como Menguele, bem como o fornecimento de água segura a hospitais e centros de acolhimento.
No terreno, diz, a resposta da Acqua inclui o reforço do abastecimento através de camiões-cisterna, a instalação de reservatórios provisórios de 5.000 litros e a distribuição diária de água em vários pontos afectados.
“Actualmente, a empresa assegura o abastecimento regular em três acampamentos, onde mantém reservatórios com reposição contínua. A segurança e a qualidade da água distribuída são garantidas por uma equipa dedicada e por um laboratório móvel, que assegura a monitorização contínua e o cumprimento rigoroso dos padrões para consumo humano, contribuindo para a prevenção de riscos sanitários, nomeadamente doenças de origem hídrica”, ressalta.
Acqua está a intervir, em paralelo, ao nível do sistema de abastecimento, com acções técnicas nas infra-estruturas, incluindo condutas e operação da rede e com a implementação de um plano estruturado de reposição das infra-estruturas afectadas.
No que se refere ao plano social, a empresa diz ter concretizado, em parceria com a Kuena, uma doação de 380 unidades e prevê um apoio global avaliado em cerca de 50 milhões de kwanzas, que inclui a entrega de 1.000 colchões, botijas de gás butano, fogões, utensílios domésticos e produtos de higiene e limpeza, destinados a apoiar as famílias desalojadas.
“A Acqua actuou de imediato. Estamos no terreno desde o primeiro momento, a garantir uma resposta coordenada e focada na protecção da saúde pública. A nossa prioridade é assegurar água segura às populações e contribuir para que esta situação não tenha impactos prolongados no acesso ao abastecimento”, afirma Gerry Vipassa, porta-voz da empresa.
Por: Constantino Eduardo, em Benguela









