A governadora provincial do Bengo, Maria Antónia Nelumba, defendeu, esta terça-feira, a necessidade de se continuar a trabalhar para tornar a Segurança Social mais abrangente, acessível, eficiente e próxima dos cidadãos.
A governante, que falava durante o acto de reinauguração dos Serviços Provinciais do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) do Bengo, considerou a Segurança Social mais do que um conjunto de prestações e benefícios, classificando-a como um instrumento de protecção da dignidade humana, de redução das vulnerabilidades e de promoção da estabilidade das famílias e das comunidades.
Maria Antónia Nelumba justificou a necessidade de reforçar as acções de protecção social com o elevado número de cidadãos que trabalham no sector informal, bem como com a existência de famílias em situação de vulnerabilidade, idosos, pessoas com deficiência e outros grupos que necessitam de maior protecção e acompanhamento social.
A governadora considerou que a reinauguração das instalações do INSS, dotadas de equipamentos tecnologicamente avançados, vai contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento aos cidadãos.
«Acreditamos que, com a inauguração destas modernas instalações do INSS, dotadas de equipamentos tecnologicamente avançados, os trabalhos vão melhorar qualitativamente o atendimento aos cidadãos», afirmou.
Para a governante, a melhoria dos serviços deverá igualmente contribuir para o aumento do número de contribuintes e incentivar a formalização das actividades económicas junto do INSS.
Maria Antónia Nelumba sublinhou ainda que a inscrição e a contribuição para o sistema constituem uma forma de garantir maior segurança às famílias perante situações como a velhice, invalidez, maternidade ou perda de rendimento.
Por outro lado, garantiu que o Governo do Bengo continuará a apoiar iniciativas destinadas ao reforço da protecção social e à melhoria da qualidade de vida das populações.
A governadora apontou igualmente a necessidade de prosseguir com as acções de sensibilização das comunidades, sobretudo nas zonas mais afastadas, para garantir que nenhum cidadão fique excluído dos mecanismos de protecção social por falta de informação ou de acesso aos serviços.





