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Polícia Nacional nega repressão à marcha e atribui incidentes a falhas de comunicação

Onesimo Lufuankenda por Onesimo Lufuankenda
10 de Janeiro, 2026
Em Sociedade

O Comando Provincial da Polícia Nacional em Luanda garantiu, neste sábado, 10, que a marcha solidária em apoio às vítimas de abuso e agressão sexual decorreu sob normal asseguramento da ordem pública.

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A informação foi prestada ao Jornal OPAÍS pelo porta-voz da corporação, superintendente-chefe Nestor Goubel, em resposta às informações divulgadas nas redes sociais que apontavam para uma alegada repressão policial durante a manifestação.

Em declarações exclusivas a este jornal, Nestor Goubel esclareceu que não houve qualquer acto de repressão por parte das forças da ordem, sublinhando que os constrangimentos registados resultaram de falhas de comunicação.

“Não houve repressão. Alguns participantes foram apenas encaminhados para uma acção de sensibilização, devido a uma falha de comunicação que levou à concentração numa zona diferente, concretamente no bairro São Paulo”, explicou o porta-voz.

Segundo o oficial, após algumas horas de diálogo entre as autoridades e os manifestantes, a situação foi resolvida, tendo a marcha sido retomada normalmente, com o percurso a decorrer da zona da Santa Ana até ao viaduto do Catetão.

A actividade contou com o acompanhamento do comandante interino do Comando Municipal da Maianga, intendente Edmar, que, de acordo com a PNA, assegurou uma resposta serena e eficaz à movimentação dos participantes.

Durante a entrevista ao Jornal OPAÍS, Nestor Goubel realçou que as forças da ordem foram devidamente mobilizadas para garantir a segurança antes, durante e após a marcha, reafirmando o compromisso da Polícia Nacional de Angola com a liberdade de manifestação e a manutenção da ordem pública.

Onesimo Lufuankenda

Onesimo Lufuankenda

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