O ministro revelou, Quinta-feira, 19, em Benguela, à margem da reinauguração da clínica da Polícia Nacional “Ambrósio de Lemos”, o abrandamento, nos últimos tempos, no país, de crimes cometidos com recurso à arma de fogo, dando conta de que tal é resultado da implementação de um programa de recolha de armas de fogo levado a cabo um pouco por todo o país. O governante reconhece que os 50 mil efectivos ficam muito aquém das necessidades
De modo geral, Manuel Homem aponta os crimes de furto como aqueles que mais preocupam a Polícia Nacional, revelando que, nos últimos tempos, se tem registado um abrandamento dos crimes com recurso à arma de fogo, resultado da implementação do Programa de Recolha de Armas, desencadeado um pouco por todo o país e “que, efectivamente, continua a ser a nossa principal atenção, que é reduzir a criminalidade de forma generalizada”.
O ministro do Interior reiterou a estabilidade de Benguela no que se refere à segurança pública, realçando que as incidências criminais a que se têm assistido em determinadas zonas específicas da província, com destaque para o litoral, encontram respostas cabíveis com “operações orientadas”, isso na perspectiva de a polícia estar cada vez mais presente e que, de certo modo, corresponda às expectativas dos cidadãos. “E que transmita à população de Benguela essa confiança de que o polícia serve para ajudar”, ressalta.
Inserção de novos quadros não depende só do MININT
O ministro do Interior não deixa garantias de inserção de novos quadros e avisa que tal não depende apenas do departamento ministerial de que é titular do seu órgão de gestão. Afirma que o processo demanda articulação com os demais órgãos da administração do Estado.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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