Assinala-se, hoje, 20 de Abril, o Dia da Língua Chinesa, uma data que visa valorizar o multilinguismo e a cultura chinesa, com realce para o mandarim. Por cá, muitos jovens passaram a gostar da língua e demonstram o sonho de conhecer a China
Para celebrar a data, o jornal OPAÍS tentou, mas sem sucesso, contactar o Instituto Confúcio, para uma narrativa sobre a expansão da língua mandarim em Angola. Todavia, entrámos em contacto com alguns falantes da língua mandarim, dos quais ficámos a saber sobre a complexidade da língua e o que almejam com uma possível fluência do idioma, que é o segundo mais falado do mundo, com aproximadamente 1,18 mil milhões de falantes nativos e não nativos.
Alceu Baima, Chelsia e Clotilde fazem parte deste universo milionário de falantes definidos pelo Ethnologue, uma base de dados sobre as línguas vivas do mundo, publicada anualmente pela Summer Institute of Linguistics (SIL International). Os três são residentes em Angola e cada um conta como foi que o mandarim entrou na sua vida. No caso de Alceu, o amor, este ainda que cego, pelo mandarim, nasceu da inspiração que nutriu dos tios poliglotas com quem convivia, não querendo ficar de fora do grupo de proficientes em matéria de língua.
O irónico é que, no grupo dos então familiares poliglotas, ninguém fala o mandarim, a não ser o jovem de 28 anos, que se sentiu atraído também pela cultura chinesa. “Actualmente, estou no nível HSK3 (Hanyu Shuiping Kaoshi Nível 3), mas, por falta de prática e ter ficado cinco anos sem estudar por causa da Covid-19, perdi a prática.
POR: Germano Notícia
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