Província proveniente da Nova Divisão Político- Administrativa, Cuando registou a maior taxa de insegurança alimentar (98,4%) no ano passado, ou seja, 9 em cada 10 pessoas enfrentaram a insegurança alimentar moderada ou severa, seguida do Zaire, Lunda-Norte e Cubango, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE), através da Escala de Experiência de Insegurança Alimentar (FIES2-2025)
Segundo o documento, a insegurança alimentar moderada ou severa a nível nacional é de 70,9%. E as províncias do Cuanza-Sul, Icolo e Bengo e Malanje registaram as taxas mais baixas de insegurança alimentar moderada ou severa, com 56,1%, 50,3% e 50,0%.Por outro lado, as províncias que apresentam as maiores prevalências, a nível de insegurança alimentar leve, foram Malanje, com 50%, Uíge, com 36,8%, e Cuanza- Sul, com 43,9%.
59,0% das famílias foram afectadas com insegurança alimentar moderada
Ainda de acordo com o relatório sobre a Escala de Experiência de Insegurança Alimentar do INE, de 2025, mais de um quarto dos agregados familiares (29,4%) em Angola não enfrentaram dificuldades no acesso a alimentos nutritivos, encontrando-se em situação de segurança alimentar ou de insegurança alimentar leve.
De acordo com os resultados apresentados a nível nacional, no período em análise, observou-se que a insegurança alimentar moderada afectou mais da metade dos agregados familiares (59,0%). Considera-se que o facto evidencia a vulnerabilidade, mesmo na ausência de situações de fome extrema.
POR: Adelino Kamongua
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