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Mais de 130 médicos angolanos formados em Cuba para medicina geral e familiar

Jornal OPaís por Jornal OPaís
19 de Junho, 2025
Em Sociedade

Um total de 136 médicos internos da especialidade de Medicina Geral e Familiar regressaram ontem ao país, depois de três meses de formação intensiva na República de Cuba. Os médicos vão reforçar o sistema de saúde angolano nas especialidades de formação

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Os profissionais chegaram ao país nas primeiras horas da manhã de 18 de Junho, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, onde foram recebidos por Job Monteiro António, coordenador da Unidade de Implementação do Projecto (UIP) do Ministério da Saúde.

Foram ainda recebidos, a meio da tarde, no Instituto Hematológico Pediátrico Dra. Victória Espírito Santo, pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, em cerimónia de boas-vindas que incluiu felicitações institucionais e a partilha das metas da nova fase do programa.

Estes médicos integram o Programa Emergencial de Formação de Recursos Humanos para a Saúde, financiado pelo Banco Mundial, que tem como meta capacitar 38.000 profissionais de saúde até 2028, reforçando o compromisso com a cobertura universal da saúde em Angola.

De acordo com a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, este é um programa que alinha a boa assistência, infraestruturas, quadros capazes, verdadeiro capital humano e boa logística no sector da saúde, para que se consiga, de facto, prestar cuidados necessários para a nossa população.

“Os colegas já sabem, não vamos estar aqui a explicar, que os cuidados primários de saúde são a porta de entrada de qualquer sistema de saúde. E para termos uma porta de entrada com as capacidades necessárias, temos que capacitar as nossas equipas de saúde.

E foi por esta razão que, logo no início da primeira legislatura de sua Excelência Presidente João Lourenço, começaram os concursos públicos na saúde”, disse.

Até ao momento, o sector da saúde já admitiu mais de 46 mil profissionais, mais de 80% foram colocados na rede primária, segundo a ministra, esta rede que requer a grande revolução, capacitação dos seus recursos humanos, alinhada a infraestruturas que estão a ser construídas.

O projecto de formação prevê, durante cinco anos, formar 38 mil profissionais em todas as carreiras. Já têm cerca de 4 mil profissionais de enfermagem, em 11 polos, a fazer formação especializada em várias áreas (cuidados primários, saúde comunitária, saúde materna e infantil, médico-cirúrgica, anestesiologia, etc.).

A rede primária, na qual estes profissionais de saúde ingressam, está muito pressionada, segundo a ministra de tutela, já atende mais de 80% dos nossos doentes, mas o conhecimento traz melhoria.

Por isso, a dirigente acredita que muitos destes profissionais vão ser partícipes activos também nos programas de formação dos outros. Angola, neste momento, conta com cerca de mil profissionais de saúde cubanos no país, que têm estado a prestar cuidados a vários níveis.

Escolheram este país porque já tem os seus cuidados primários bem estruturados, organizados, prestam serviços humanizados e é um orgulho internacional.

Mais conhecimento, mais humanismo

Um dos médicos formados, na especialidade de medicina interna e medicina familiar, é Claudete Manuel, que reconheceu que um dos principais desafios encontrados na formação foi a dificuldade de adaptação, já que não conheciam Cuba, só de ouvir falar, mas depois conseguiram dar conta do resultado. “Pouco a pouco conseguimos nos adaptar ao sistema de saúde.

Foi bom estar lá, porque conseguimos registar que a atenção primária de saúde é o passo primordial para a medicina. Então, como médica, acredito eu que Angola ganha muito em mandar médicos para lá, ganha muito com este convênio”, disse.

A recém-formada disse ainda estar pronta para começar a trabalhar e colocar em prática os ensinamentos retidos no país latino, que não são poucos.

Disse que aprendeu como está constituído o Sistema Nacional de Saúde, por exemplo, algo que em Angola temos, apesar de ainda não se dar muita atenção ao primário.

“Com o modelo de atenção primária de saúde dos outros países, nós podemos fazer com que ela funcione no nosso país de forma correcta, não igual, porque cada país é um país, mas de maneira correcta.

Como médico, aprendi que o essencial de tudo é ser muito humano com os nossos pacientes, respeitar a partir da base ao topo, enfim, muita coisa”, disse, com um sorriso de satisfação.

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