Nossa Seguros BFA Expo_Huambo BFA FIB EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK SOCIJORNAL
Ter, 25 Ago 2026
OPaís
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Doentes angolanos prevêem ‘saúde encurtada’ com encerramento de cura em Portugal

Alberto Bambi por Alberto Bambi
27 de Junho, 2025
Em Sociedade

Em 2026, os pacientes que, por Junta Médica do Ministério da Saúde de Angola, estiverem a beneficiar de tratamento em Portugal, verão esses serviços encerrados, sendo que deverão dar continuidade no seu país de origem, de onde serão direccionados para a África do Sul, quando situações médicas ainda requererem tratamento adicional, após criteriosa avaliação ditar tal necessidade

Alguns pacientes que estão na linha de tratamento de suas endemias, em Portugal, por Junta Médica do Ministério da Saúde angolano, demonstram-se bastante preocupados com o encerramento desses serviços, daqui a seis meses, ao ponto de anteverem já complicações no seu estado de saúde.

Duas mães cujos filhos são pacientes nessa condição foram abordadas por OPAÍS, quartafeira, 25, na centralidade do Kilamba, município com o mesmo nome, em Luanda.

As senhoras disseram que, a partir do dia em que se depararam com o anúncio do encerramento da Junta Médica em Portugal, o moral dos seus familiares já baixou, porque isso muda completamente o grau de esperança de superação.

As progenitoras, que pediram para falar sob forma de anonimato, a fim de não sofrerem qualquer represália, nos cinco meses que faltam para verem os serviços encerrados, deixaram patentes que não desdenham a qualidade dos serviços de saúde da África do Sul, mas questionam a nova burocracia, os constrangimentos linguísticos nas Terras de Nelson Mandela, além da linha de recepção de fármacos, bem como o ritmo de vida, que não lhes apaga, na memória, recentes conflitos sociais com estrangeiros.

“Se é mesmo o dinheiro que está em causa, é melhor diminuírem a lista dos doentes que se tratam em Portugal, por Junta Médica, em vez de acabarem com os serviços, porque temos mais facilidade de estar lá, onde, desde já, depositamos a nossa confiança, para melhorarmos a situação dos nossos filhos”, disseram as entrevistadas, tendo desabafado que as vidas deles estão, agora, à sua sorte.

Outra situação que as preocupa tem a ver com a alegada facilidade de alojamento, mesmo no processo de arrendamento ou compra de uma residência, conforme fizeram questão de referir as próprias, que colocaram na balança a hospitalidade de alguns conterrâneos já residentes, que são capazes de hospedar irmãos da sua pátria, em situações de necessidades extremas.

As duas alegaram já terem vivido sob favores do género, prestado por conterrâneas residentes em Portugal, que as ajudaram a conseguir uma residência, cujos custos partilham actualmente.

“Na África do Sul, é mais próximo, os bilhetes de passagem são mais baratos e talvez o aluguer de residências, mas nós não vamos ter o espírito tranquilo, como temos em Portugal”, cogitaram as senhoras, que pedem ao Governo angolano para rever essa medida.

Relativamente aos hospitais de ponta referidos no despacho do MINSA, elas disseram que não são as paredes e as máquinas que curam os doentes, mas os técnicos especializados, até mesmo para fazer uma máquina funcionar como deve ser.

“Creio que estamos todos a tomar informações das próprias instâncias superiores de Angola sobre o número de pessoas que morrem, nesses mesmos hospitais, da reclamação de falta de técnicos e especialistas, nos laboratórios e da carência de reagentes, bem como de outros materiais gastáveis”, lembrou a cidadã, tendo, entretanto, reconhecido alguns avanços.

Sindicato dos médicos contesta

Ao reagir, publicamente, sobre o assunto, Adriano Manuel, o líder do Sindicato Nacional dos Médicos Angolanos (SIMEA), recordou as garantias apresentadas pelo Ministério da Saúde (MINSA), segundo as quais não foi precipitado o encerramento da Junta Médica em Portugal e que há condições de abordar patologias complexas em Angola, para questionar, por que razão os doentes que se queimaram, recentemente, numa plataforma petrolífera de Cabinda foram, inicialmente, atendidos em Luanda e, posteriormente, na África do Sul.

“Por que não receberam tratamento em Cabinda, se nessa província há um hospital de terceiro nível com material de ponta”, questionou Adriano Manuel, sublinhando, igualmente, que o país tem um défice de recursos humanos muito grande, que vai desde a falta de especialistas até aos de técnicos.

O sindicalista disse ainda que os laboratórios desses hospitais novos estão desprovidos de reagentes e outros meios, o que, no seu entender, obriga qualquer utente a questionar se há mesmo condições para se abordar aí doenças complexas.

Recomendado Para Si

Ancião de 75 anos acusado de violar duas menores de 14 anos em Luanda a troco de mil kwanzas para cada

por Jornal OPaís
25 de Agosto, 2026

A Polícia Nacional, através da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), deteve, na província de Luanda, município do Cazenga,...

Ler maisDetails

SIC detém mãe suspeita de matar filho de sete anos por asfixia enquanto dormia

por Onesimo Lufuankenda
24 de Agosto, 2026

Uma cidadã nacional, de 25 anos, foi detida pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), em Luanda, por suspeita de homicídio...

Ler maisDetails

Ministério da Saúde divulga resultados provisórios do concurso público

por Jornal OPaís
24 de Agosto, 2026
DR

O Ministério da Saúde (MINSA) vai divulgar, nesta Terça-feira, 25, os resultados provisórios do Concurso Público Externo 2026, numa sessão...

Ler maisDetails

Administração do Lubango aloca mais de mil milhões de kwanzas para expansão da rede escolar

por Jornal OPaís
24 de Agosto, 2026

A Administração Municipal do Lubango, na província da Huíla, alocou cerca de 1,394 mil milhões de kwanzas para a expansão...

Ler maisDetails

Mais Populares

  • Ministério do Interior disponibiliza consulta do estado das inscrições do concurso público

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Governo do Cuanza-Norte abre concurso público para preenchimento de 221 vagas

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • 1º de Agosto entra com o pé direito no Girabola 2026/2027

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Ministério da Saúde envia 21 profissionais para formação no Brasil e em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.