Dezenas de cidadãos, cujos familiares morreram na Segunda-feira, 03, na sequência de um acidente de viação, na província do Cuanza-Sul, manifestaram, em declarações à imprensa, o desejo de ver a CIVICOP envolvida no processo de identificação dos cadáveres, de modo a conferir celeridade ao processo. A médica legista Fátima de Almeida, que garante contacto com a comissão, revela que apenas quatro dos 22 corpos estão reconhecíveis, que são os restos mortais dos ocupantes da kaleluia
O caminho de mais de duas dezenas de cidadãos, na manhã de Terça-feira, 04, foi dar à morgue do Hospital Geral de Benguela para receber informações relativas aos cadáveres dos seus familiares, depois de, maior parte deles, já terem estado no Serviço de Investigação Criminal (SIC) para procedimentos tendentes à identificação dos corpos.
O cenário vivido na casa mortuária foi de dor e consternação, com cidadãos aos prantos devido à perda de entes queridos, na sequência do acidente de viação ocorrido na Segunda-feira, 03, na província do Cuanza-Sul, envolvendo um autocarro da transportadora Macon e uma motorizada de três rodas, vulgo ‘kaleluia’.
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