EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 18 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Director do Centro Regional Norte da Polícia acusado de má gestão

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Dezembro, 2017
Em Sem Categoria

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

Prepotência, intimidações, humilhações e má gestão de bens públicos são algumas das acusações que um grupo de funcionários do Centro Regional Norte da Polícia Nacional fazem pender contra o seu director, o comissário Estâncio Nginge, que refuta as acusações.

Poderão também interessar-lhe...

Ministério da Energia e Águas debate acesso universal à água e saneamento

UNITA aponta falhas na concretização da reconciliação nacional e tolerância política

Políticos dizem que discurso do Papa Leão XIV foi assertivo

POR: Paulo Sérgio

Os efectivos da Polícia Nacional destacados no Centro Regional Norte da corporação, vulgo Escola de Formação de Polícias, em Malanje, acusam o seu director, comissário Estâncio Luciano André Nginge, de maus-tratos e má gestão de bens públicos.

Segundo um documento enviado há quatro meses ao antigo Comandante Geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, a que OPAÍS teve acesso, ao novo director atribuem práticas ilícitas, como descontos anárquicos nos salários do efectivo para pagar os colaboradores civis que assistem a Escola, em regime de prestação de serviço ou de colaboração eventual.

Na esteira desta prática que consideram ilegal, estimam que desde que Estâncio Nginge assumiu funções, em Fevereiro do corrente ano, ter-se-á apropriado de mais de dois milhões de kwanzas, que além de servirem para suportar as despesas com os colaboradores, destinam- se à comprar de gasóleo para o gerador local. Por outro lado, segundo eles, em razão de uma interpretação incorrecta das medidas disciplinares estabelecidas pelo Decreto Presidencial 38/14-Lei 4/92, o oficial superior sanciona-os como bem entende, em caso de deslise.

Os queixosos dizem ainda que as medidas de coacção vão desde cobranças coercivas de dinheiros para suportar as despesas atribuídas ao Estado, no caso ao Comando Geral da Polícia Nacional (CGPN) enquanto tutelar desta instituição de formação policial, à remoção do capim existente nos terrenos baldios adjacentes ao referido estabelecimento de ensino.

“O comissário Estâncio viola, inclusive, as leis de Probidade Pública e da Violência Doméstica. Desrespeita os limites impostos à sua actuação, por força do Regulamento Orgânico aprovado superiormente sobre a gestão de recursos humanos, técnicos e materiais”, diz o documento assinado pelo inspector Ernesto Otchimbungo José, em representação do colectivo. As sanções de desmatação do terreno da escola, segundo os queixosos, variam com a gravidade da infração, correspondendo entre 50 a 200 metros quadrados.

“Essas punições são aplicadas mesmo naqueles casos em que a infracção correspondesse a uma repreensão simples, nos termos do Regulamento Disciplinar da Polícia Nacional”, denunciam. Afirmam ainda que têm sido diariamente alvo de agressões físicas, humilhados, intimidados e retaliações. “Nós pedimos a intervenção do ministro do Interior, o mais breve possível, porque a depressão a que muitos estão submetidos poderá causar doenças ou mortes súbitas por enfarte ou acidente vascular cerebral (AVC)”, lê-se no documento.

Comissário refuta acusações

O comissário Estâncio Nginge, por seu turno, considera falsas tais denúncias e considera-as vindas de alguns colaboradores seus que “não gostam de trabalhar e preferem ficar em casa, auferindo o salário”. Exibiu um álbum fotográfico contendo imagens sobre o estado em que encontrou o centro, para comprovar o benefício que trouxe para todos.

Em algumas imagens, ele mesmo aparece trajado, de farda de gala, capinando com uma enxada, ladeado pelos seus inferiores hierárquicos. “Eu pessoalmente capino, e todos assim o fazem. Se assim não procedermos, ninguém fará por nós”, alertou. Refutou as acusações de má gestão de bens públicos, alegando que 70 ou 75 por cento das benfeitorias que fez no referido Centro fê-lo com os seus próprios recursos financeiros, com o auxílio de pessoas amigas e de algumas empresas.

O comissário Estâncio Nginge explicou ainda que o Centro não é uma instituição orçamentada, e, até à data da sua nomeação, se encontrava ao abandono. Havia capim com mais de um metro e 90. Razão pela qual, segundo ele, após ser apresentado ao afectivo, pegou na enxada e capinou cinco metros quadrados, para dar exemplo aos demais.

Todos passaram a executar os serviços de Polícia, de guarda e guarnição, manutenção (incluindo a limpeza e remoção do capim) bem como a confecção dos alimentos. Até que acordaram voluntariamente, em parada, seguir o exemplo do terceiro subchefe que contratara uma senhora para o posto de saúde que pagavam com o seu próprio dinheiro.

Auto-suficiência alimentar

Passaram a contribuir com dez mil kwanzas/mês, e contrataram as colaboradoras eventuais que cuidam da higiene, da alimentação e de uma pequena horta de onde os hortículas são provenientes. Por sua iniciativa, o comissário apostou também na criação de mais de mil alevinos, que a partir de Janeiro, servirão para reduzir os custos alimentares.

As contribuições financeiras são voluntáriamente entregues ao chefe de Administração, Apoio e Serviços do Centro, e destinadas à aquisição de alguns alimentos e fármacos, sendo que mensalmente apresenta o devido relatório de contas.

considerou que, como fruto da dinâmica de trabalho adoptada, os colaboradores fazem, actualmente, três refeições por dia. “É importante dizer, que o valor com que cada um de nós contribui, divididos por 30 dias, representa apenas 300 kwanzas por dia e ninguém consegue fazer três refeições gastando apenas este valor”, recordou.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Ministério da Energia e Águas debate acesso universal à água e saneamento

por Jornal OPaís
18 de Junho, 2026

O Ministério da Energia e Águas realizou, nesta quinta-feira, mais uma sessão de trabalho no âmbito do Fórum Nacional de...

Ler maisDetails

UNITA aponta falhas na concretização da reconciliação nacional e tolerância política

por Jornal OPaís
1 de Junho, 2026

A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) afirma que a reconciliação nacional, a tolerância política, a justiça...

Ler maisDetails

Políticos dizem que discurso do Papa Leão XIV foi assertivo

por Sebastião Félix
18 de Abril, 2026
DR

No Salão Protocolar da Presidência da República, em Luanda, onde o Papa Leão XIV manteve encontro com a sociedade civil,...

Ler maisDetails

OMA destaca papel da mulher no processo da conquista da paz e Reconciliação Nacional

por Neusa Felipe
13 de Abril, 2026
DR

Para a secretária-geral da OMA, na conquista da paz em Angola, a mulher angolana não esteve de braços cruzados; ela...

Ler maisDetails

João Lourenço considera que Angola reúne condições para se afirmar como um dos destinos turísticos mais promissores de África

18 de Junho, 2026

Ministério da Energia e Águas debate acesso universal à água e saneamento

18 de Junho, 2026

Marco Victor representa Angola no fórum internacional de empreendedorismo no Brasil

18 de Junho, 2026
DR

‎PR destaca realização do fórum de investimentos para consolidação da estabilidade política e económica

18 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.