OPaís
Ouça Rádio+
Ter, 28 Abr 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Associação acusa chineses de afugentarem abelhas para exploração de madeira

Jaime Tabo por Jaime Tabo
4 de Dezembro, 2023
Em Sem Categoria

Cidadãos de nacionalidade chinesa, na província do Moxico, estão a ser acusados por uma associação regional que defende os direitos humanos e o ambiente de utilização de produtos químicos que expulsam abelhas, a fim de realizarem trabalhos de exploração da madeira. A prática está a reduzir a produção de mel

Poderão também interessar-lhe...

Políticos dizem que discurso do Papa Leão XIV foi assertivo

OMA destaca papel da mulher no processo da conquista da paz e Reconciliação Nacional

A ciência ao serviço da saúde de todos

A denúncia foi feita pelo representante da organização G7, Franga Franga, que falava à margem da Conferência Nacional sobre os Recursos Naturais em Angola, durante a qual o académico queixou-se do facto de a acção destes expatriados estar a contribuir, significativamente, para o empobrecimento da população local.

O responsável avançou que, além de afugentarem as abelhas, fazendo cair a produção de mel na província, estes cidadãos da República Popular da China sequestraram a possibilidade de os nativos realizarem a pesca artesanal e a agricultura familiar, pois, justificou, desviam rios e invadem lavras. “Os chineses começaram a rebentar com as matas, a usarem produtos para afugentar as abelhas, e, infelizmente, hoje, quase não há mel.

As famílias não conseguem comercializar; começaram a desviar os rios e, hoje, o famoso peixe caqueia, no Moxico, quase não há; invadem as lavras. As famílias sobrevivem à sua sorte”, retratou a situação. Para Franga Franga, antes dessas explorações, as populações seguiam experiências de uma vida normal, porém o eclodir da nova realidade fundou outra era para as pessoas que passaram a conhecer dificuldades de várias ordens, no que à sobrevivência diz respeito.

Por estas razões, o representante da organização que actua na província do Moxico acredita que os impactos das actividades extrativas são, indiscutivelmente, negativos para as comunidades ao redor às quais considerou paupérrimas. “Para a comunidade, não vejo quaisquer impactos positivos. Os impactos negativos são vários. A comunidade, do ponto de vista positivo, não beneficia de nada”, recriminou.

Menores ganham 200 kwanzas/ dia

Segundo este activista social, existem jovens e menores a trabalharem para empresas chinesas que se dedicam à exploração de madeira com uma remuneração diária fixada em 200 kwanzas. Franga Franga acrescentou que estes funcionários são submetidos a trabalhos completamente esforçados, muitas vezes, em troca de um quilograma de arroz ou de sal. Explicou que o trabalho destes passa por movimentar a madeira de um lado para o outro, enquanto outro grupo carrega o recurso para a viatura. “Os chineses fazem deles uma mão-de-obra barata. Os nossos irmãos sofrem de forma acérrima na questão da exploração de menores.

Em Fevereiro, fizemos uma pesquisa e descobrimos que os chineses fazem o pagamento diário de 200 kwanzas. A exploração é gritante”, avançou. Para reverter a situação de falta de oportunidades de emprego com qualidade nestas regiões, o académico apontou como solução a construção de escolas do segundo ciclo do ensino secundário, e de universidades com cursos nas áreas de exploração de diamantes, de madeira, ou ainda de agricultura e de pesca. “Não temos, no Moxico, uma escola superior agrária. É importante que o Executivo direccione a questão das formações regionais. Ali sim, não vamos nos queixar do factor mão-de-obra barata”, sugeriu.

Jaime Tabo

Jaime Tabo

Recomendado Para Si

Políticos dizem que discurso do Papa Leão XIV foi assertivo

por Sebastião Félix
18 de Abril, 2026
DR

No Salão Protocolar da Presidência da República, em Luanda, onde o Papa Leão XIV manteve encontro com a sociedade civil,...

Ler maisDetails

OMA destaca papel da mulher no processo da conquista da paz e Reconciliação Nacional

por Neusa Felipe
13 de Abril, 2026
DR

Para a secretária-geral da OMA, na conquista da paz em Angola, a mulher angolana não esteve de braços cruzados; ela...

Ler maisDetails

A ciência ao serviço da saúde de todos

por Jornal OPaís
7 de Abril, 2026

A celebração do Dia Mundial da Saúde de 2026, que decorre sob o lema “Juntos pela Saúde. Apoie a Ciência”,...

Ler maisDetails

Crise interna no PHA persiste apesar da mediação do Tribunal Constitucional

por Jornal OPaís
6 de Abril, 2026
Carlos Moco

A crise interna no partido humanista angolano (PHA) persiste com profundas divergências entre a presidente Florbela Malaquias e membros da...

Ler maisDetails

Viagem Apostólica do Papa Lão XIV a Angola

A ANPG e Azule Energy apoiam com 450 mil dólares programa de estágio profissional

27 de Abril, 2026

“Ciência sobre Rodas” leva conhecimento científico a estudantes do Bié

27 de Abril, 2026

Lançada primeira-pedra da estrada Via Expressa-Muxima Umoxi

27 de Abril, 2026

Presidente da Assembleia Nacional em Moçambique para reforço da cooperação parlamentar

27 de Abril, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.