Reduzir as desigualdades sociais, erradicando a fome e a pobreza extrema, por meio da promoção da igualdade de género e solucionando os desafios multidimensionais e transversais à elevação da qualidade de vida das populações, são algumas das metas que o Executivo alcançou com a implementação de diversas políticas sociais, nos últimos anos
Os dados oficiais apontam para a existência de mais de 280 mil famílias que viram as suas vidas mudarem para melhor ao beneficiarem dos quatro programas em que assenta a política de desenvolvimento sustentável e harmonioso da população. Focados na melhoria da qualidade média de vida, redução da pobreza e protecção reforçada dos grupos vulneráveis, estes programas estão a ser concretizados por 19 prioridades, entre as quais a inclusão produtiva, que é considerada crucial para a sustentabilidade das políticas sociais.
Neste domínio, 628 cidadãos foram integrados em actividades geradoras de rendimento, enquanto 80 cooperativas familiares foram criadas no sector primário, com destaque para a agricultura, pecuária e pescas. A combinação de assistência directa com promoção da autonomia económica é apontada pelo Ministério do Planeamento, no relatório de Balanço do Plano de Desenvolvimento Nacional (RBPDN) 2023-2027, como fundamental para reduzir a dependência do Estado a médio prazo, ao mesmo tempo que dinamiza economias locais.
Distante de quem elaborou tais programas, mas a beneficiar deles estão 400 jovens, congregados em 20 cooperativas instaladas na província do Bengo, que decidiram apostar no campo, com o apadrinhamento do projecto das cidades agrícolas da juventude angolana. A iniciativa visa fomentar o agronegócio juvenil, promover o autoemprego e dinamizar o desenvolvimento socioeconómico das zonas rurais e teve como critérios de selecção jovens organizados em cooperativas com equilíbrio de género, incluindo também a integração de ex-militares.
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