O Prémio Nacional de Ciência e Inovação (PNCI) representa a consolidação de uma política pública estruturada para o desenvolvimento científico e tecnológico, com a finalidade de tornar Angola mais próspera e sustentável, afirmou nesta Segunda-feira, em Luanda, a secretária de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Alice de Ceita e Almeida
A responsável falava numa conferência de imprensa sobre o prémio, tendo referido que, na primeira edição, em 2024, foram recepcionadas 168 candidaturas, com 35 prémios e 11 menções honrosas.
Em 2025, as candidaturas qua se duplicaram, chegando a 306, com 15 prémios e 6 menções honrosas. Neste sentido, apontou como objectivos estratégicos fortalecer o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; incentivar a aplicação do conhecimento produzido em Angola na resolução de problemas concretos da sociedade.
Disse que a iniciativa visa promover a participação de jovens e mulheres, assim como garantir uma ciência inclusiva e representativa. Em relação à visão para o futuro, explicou que a expectativa para esta 3.ª edição é consolidar o prémio como uma referência nacional e regional, inspirando novas gerações e projectando Angola no cenário científico internacional.
Para os procedimentos de candidatura, apontou aspectos práticos e regulamentares do prémio, desde a homenagem pública, regulamentação e candidaturas. Existem oito categorias (ou áreas), sendo que a submissão será feita através de uma plataforma online específica, prevendo que o período de entrega inicie no dia 19 de Junho.
Por outro lado, referiu que o balanço da segunda edição é positivo, principalmente olhando para o número de candidaturas que a segunda edição recebeu em relação à primeira edição. Perspectivou que, nesta terceira edição, haverá um número maior de candidaturas.
Explicou que se trata de um prémio importante para o sector, justificando ser uma forma de avaliar o impacto que as políticas do sector têm tido em relação à comunidade académica, científica, e não só. Criado pelo Decreto Executivo n.º 116/24, o prémio reforça o compromisso do Governo angolano em valorizar o conhecimento e a criatividade.









