Na sua 1.ª Sessão Ordinária, os membros do Conselho Nacional de Águas apontaram como áreas prioritárias a promoção e o desenvolvimento de parcerias público-privadas no domínio da gestão das bacias hidrográficas e das infra-estruturas hidráulicas, a protecção de áreas de recarga e zonas de vulnerabilidade de aquíferos em Angola e a elaboração do regime jurídico de representatividade das comunidades rurais no seio do CNA
A vice-presidente da República, Esperança da Costa, orientou, ontem, a 1.ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Águas (CNA), que apreciou o seu Plano de Actividades para o ano em curso e o respectivo orçamento, o Projecto- Síntese da Acta da sessão anterior, realizada em Dezembro de 2025, bem como o grau de cumprimento das deliberações e recomendações dele resultantes.
Ao apreciar o Plano de Actividades para 2026, os membros do Conselho Nacional de Águas recomendaram que sejam privilegiadas acções estruturantes no domínio dos recursos hídricos, com destaque para a realização de um Congresso Internacional sobre a Água, enquanto espaço de divulgação das acções que o país tem vindo a implementar no quadro do combate aos efeitos das alterações climáticas e da seca no sul de Angola, bem como de recolha de experiências e boas práticas de outros países.
Ainda no âmbito do seu Plano de Actividades, os membros do Conselho recomendaram que se atribua primazia estratégica à consolidação do nível de organização e funcionamento do CNA, à implementação do Plano de Acção 2023– 2027, ao funcionamento dos perímetros irrigados e canais de rega, ao reforço das medidas de combate ao garimpo de água na província de Luanda e a outras acções que concorrem para a melhoria do abastecimento de água às populações.
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