A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Ana Paula do Sacramento Neto, considerou o II Fórum Internacional como uma plataforma de debate que reúne homens e mulheres de diferentes geografias, unidos por um convicção comum: uma paz duradoura, uma democracia sólida e um desenvolvimento inclusivo.
Ao discursar no evento, que teve início nesta quinta-feira, 9, em Luanda, a ministra referiu que o real desenvolvimento só será alcançado quando todos trabalharem em conjunto.
”Não podemos ser construídos sem a participação plena das mulheres. Cada um de nós não poderá desenvolver-se sem a participação das mulheres”, considerou.
Subordinado ao lema: “Transformar África: empoderando mulheres na liderança para a paz e o crescimento inclusivo do continente”, a governante sublinhou que o lema escolhido para esta edição traduz não só uma visão de futuro como também uma responsabilidade colectiva.
”O lema convoca-nos a acelerar a concretização de compromissos, há muito assumidos no plano internacional e africano, desde a Resolução 1325 do Conselho de Segurança das Nações Unidas até ao Protocolo de Maputo”, frisou.
A governante sublinhou que “não haverá paz sustentável enquanto as mulheres permanecerem sub-representadas nos espaços onde se tomam as grandes decisões”.
Entre o dia 9 e 10, especialistas nacionais e internacionais reunir-se-ão para uma reflexão aprofundada sobre os avanços alcançados, os desafios persistentes e, sobretudo, o papel determinante da mulher africana no actual contexto de desenvolvimento político, social e económico do continente, enquadrado nas iniciativas do Executivo angolano voltadas à protecção e promoção da mulher.








