O presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, manifestou profunda consternação pela morte do deputado Manuel Domingos Augusto, destacando o seu legado como “patriota e servidor da Nação”, cuja trajectória ficou marcada pela competência, dedicação e elevado sentido de missão.
Numa nota de condolências consultada por este Jornal, o líder do Parlamento angolano enalteceu o percurso parlamentar e diplomático do malogrado deputado, classificando-o como uma figura de elevado mérito e um dos mais distintos membros da Assembleia Nacional.
Segundo a mensagem, Manuel Augusto desempenhou um papel determinante no fortalecimento da diplomacia parlamentar angolana, contribuindo para a consolidação das relações externas do Parlamento e para o reforço dos mecanismos de cooperação, diálogo e intercâmbio institucional com parlamentos e organizações congéneres.
A nota sublinha que Manuel Augusto pautou a sua actuação por um elevado sentido de Estado, espírito de diálogo e permanente empenho na promoção do entendimento e da convergência de posições em defesa dos superiores interesses da Nação.
Para Adão de Almeida, a morte do deputado deixa um “profundo vazio” não apenas para Angola, mas também para o Parlamento Pan-Africano e para a União Parlamentar Africana, instituições onde conquistou reconhecimento pelo seu compromisso com os ideais da integração africana, da cooperação entre os povos e da promoção da paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável no continente.






