Para se preservar o ambiente, a transição energética tem sido uma realidade nos dias que correm. É uma mudança estrutural e gradual de produção de energia com fontes fósseis por renováveis e limpas. Esta opção ajuda a combater as alterações climáticas, assim como a redução da emissão de gases na atmosfera.
No entanto, limita o aquecimento global. A economia ganha um novo impulso. Neste processo, a iniciativa africana de industrialização verde é uma oportunidade para se reiterar o compromisso do continente em liderar este processo. Para o feito, atrair financiamento é o caminho.
O reforço da cadeia de unidade regional deve atingir outros vôos. Angola, enquanto Estado soberano, possui uma base alargada de recursos naturais. Deste modo, pode posicionar-se como produtor de baixo carbono.
Ser exportador de produtos verdes é a meta. Em Malabo, na Guiné Equatorial, o ministro da Agricultura e Florestas, Isaac dos Anjos, defendeu a transição verde com urgência. Pois África, com os seus recursos naturais, tem a oportunidade de construir economias sustentáveis.
Na XI Cúpula da Organização de Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP), o responsável fez saber também que o Corredor do Lobito e o eixo de Longonjo são fundamentais para reduzir custos logísticos, ligar produção aos mercados e impulsionar as exportações.








