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“Somos do tamanho de nossos sonhos”

Jornal Opais por Jornal Opais
22 de Abril, 2024
Em Opinião

Todos olhamos as coisas em matrizes diferentes. Não temos os mesmo pontos de vista. A caracterização que atribuímos a algo pode não ser, em certa medida, a que o outro atribuirá.

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A visão. É essa visão que faz com que todos tenhamos os mesmos números de olhos sobre a face, e olhando para as mesmas coisas, tendo o mesmo tempo de observação, mas enfim, tiremos sentenças completamente variadas uma das outras.

Assim, não me refiro à visão “como a imagem percebida pelos olhos. Outrossim, a visão seria a capacidade de percepção ou captação conceitual do nosso mundo e sonhos.

É exactamente isso a que os chineses chamam de ‘‘Kàn Shi” – isto é foco. Esse foco é precisamente implicado pela dimensão de nossa cognição e pela direcção de nossos pensamentos.

A forma como formulamos as nossas ideias variam e, portanto, as nossas metas tenderão igualmente a variar. É inútil tentar esperar que tenhamos todos as mesmas normas e concepções.

Para ser mais explícito, compreenda que em meio a um vazio e escuridão, olhos da mesma cor podem ser capazes de enxergar tanto trevas, como luz, o que vai determinar, neste caso, seria a perspectiva de vida que lhes conduz. Bud afirmava que “somos o que pensamos.” Todos os nossos processamentos de ideias moldam o mundo em que vivemos.

Não se trata de vivermos em um país miserável e cheio de situações lamentáveis. Não se trata, portanto, de ter sido nascido rico ou de ter tido o privilégio de nascer dentro de um parentesco endinheirado.

São e serão sempre o modo como olhamos o que temos e o lugar em que estamos que determinará nossas vitórias e todas as nossas realizações. Bob Marley já dizia que, “neste mundo, existem pessoas tão pobres, mais tão pobres, que a única coisa que têm no mundo é o dinheiro. E têm muito dinheiro.” Pois o nosso verdadeiro mundo é aquilo que enxergamos por dentro. Dizia Buda: “Somos do tamanho de nossos sonhos”.

O Blogger PENSADOR partilha a mesma ideia, visto que em seus epígrafos afirma: “Os que vêem as coisas de forma diferente não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo.

Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou difamá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para frente.

Enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo são as que, de facto, mudam.”

Assim, seria a diferenciação da visão acolhida que determinaria os nossos resultados. Ninguém vence no mundo por fazer a mesma coisa que o outro – excepto em concursos de imitação.

“Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais.” – Já dizia a máxima popular. Enfim, o sorriso pertence aos vêem o caminho da paz diante da guerra, enxergam a saída diante dos muros e avistam troféus diante dos desafios. Afinal, como já havia apresentado: “Somos [todos, sem exceção] do tamanho de nossos sonhos.” – frase de Buda.

 

Por: Sampaio Herculano 

Finalista em História pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto

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