O sistema financeiro angolano, dominado por bancos comerciais concentrados em áreas urbanas como Luanda, não se adequa plena mente à realidade do país. Com uma população de acima de 36 milhões, segundo o último Censo, grande parte rural e com baixa literacia financeira, o acesso a serviços bancários é limitado: custos elevados, requisitos rigorosos para abertura de contas e infraestrutura fraca (internete cobertura móvel precárias em zonas remotas) excluem milhões.
O banking financia pouco a economia real, permanecendo exposto ao Estado e ao sector petrolífero, o que o torna vulnerável a choques externos como flutuações no preço do óleo. Fortalezas incluem produção significativa de petróleo, gás natural liquefeito e diamantes, com potencial em outros recursos minerais, mas fraquezas como inflação alta, governança fraca e dependência do óleo superam esses pontos.
Por: DIOGENES LENGA









