O turismo é uma ferramenta importante para a diversificação da economia. Permite a circulação de pessoas e bens. Por isso, gera empregos directos e indirectos. Promove a cultura.
Permite conhecer locais históricos e não só. É voluntário e temporário. É um momento de lazer que permite recolher-se e retemperar energias para o futuro. Para o efeito, Angola tem potencialidades turísticas acima da média. As políticas desenvolvidas pelo sector visam atrair mais operadores dentro e fora do continente africano.
Deste modo, reforçar a cooperação e os níveis de intercâmbio garante, sim, um mercado intra-africano de turismo mais concorrido. Assim, a aposta na formação de agentes do sector abrirá portas e pacotes turísticos para parceiros locais e regionais.
Na maior feira de turismo de África (Africa´s Travel Indaba), que decorre na cidade de Durban, terras de Nelson Mandela, o secretário de Estado para o Turismo, Augusto Kalikemala, sublinhou que o objectivo de Angola no certame é trabalhar para a comercialização conjunta de pacotes turísticos, envolvendo vários países.
Com a presença de doze operadores nacionais, o evento, cujas cortinas caem hoje na África do Sul, decorre sob o lema “África Ilimitada: fazendo crescer a economia africana com o turismo”.









