P ara os fiéis católicos, o “Papa” é o líder supremo da Igreja. Há séculos, a sua figura representa tradição. É o pilar da fé cristã. A palavra vem do latim, língua antiga indo-europeia, que significa “Pai”.
O Sumo Pontífice, também (re)conhecido como o sucessor do apóstolo Pedro, entre outras missões, tem a função de guiar os irmãos, ser o guardião da doutrina da fé cristã, zelar a comunhão dos bispos e ser uma referência espiritual. Deste modo, importa reiterar que o Papa não é rei, governante ou político. É servo de Deus. O seu papel é promover a paz e a caridade no mundo.
As mensagens papais, a partir do Vaticano, sede da Igreja, inspiram sempre confiança. Assim sendo, a visita do líder supremo da Igreja Católica é sempre motivo de alegria.
É um evento transformador. Reforça a evangelização e promove o diálogo inter-religioso entre os fiéis e não só. Neste capítulo, o Papa João Paulo II e o Papa Bento XVI, ao pisarem o solo angolano em 1992 e em 2009, colocaram o país na berlinda. Deixaram mensagens segundo as quais o povo angolano, depois do que viveu num passado recente, deve ser o protagonista da sua própria reconstrução.
Com base num período de crença intensa, a Nunciatura Apostólica da Santa Sé em Angola, na voz do seu representante, Dom Dom Kryspin Dubiel, fez saber ontem que o novo Sumo Pontífice, Papa Leão XIV, eleito em Maio do ano passado, na agenda para o continente africano em 2026, inclui uma visita a Angola, em data a anunciar.









