A Organização da Mulher Angolana (OMA) é o braço feminino do partido no poder, o MPLA, uma das maiores instituições do género, que lida fundamentalmente com questões relacionadas com a inclusão das mulheres, os direitos e o desenvolvimento social, cuja abrangência não incorpora apenas militantes do partido dos camaradas.
No entanto, dado o seu objecto social e numa fase em que se prepara para o VIII Congresso Ordinário da Organização, em que se vai escolher a nova liderança, que deverá recair entre Emília Carlota Dias ou Graciete Dombolo Sungua, depois de já terem ficado de fora Adelina Samba e Lurdes Caposso, a sociedade está expectante quanto ao desfecho desta contenda.
Porém, depois da deliberação do Comité Nacional, as militantes querem ver resgatada a mística da OMA, com acções reais que impactem a vida dos cidadãos, sobretudo no combate a questões ainda ligadas à educação, ao analfabetismo, à violência doméstica, à pobreza e à prostituição, situações que afectam sobretudo as mulheres. Por isso, até ao mês de Março, as camaradas terão muito por mostrar.









