Nossa Seguros BFA SB Expo_Huambo FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Ter, 29 Set 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Livro – vector da massificação das línguas nativas

Jornal Opaispor Jornal Opais
24 de Abril, 2025
Em Opinião

O presente artigo funda-se a partir da leitura cognitiva sobre a necessidade funcional, das línguas nativas na expansão do livro ou ainda o livro na elevação das línguas como mecanismo de afirmação ontológica.

Daí que, segundo Robert Escarpit, em Literatura e Sociedade, “Na literatura, a palavra é vencedora do tempo e do espaço” (1973, p.:46) Compreende-se aqui a literatura como uma instituição que lida com o livro e a língua, neste caso, as nativas, na construção do imaginário angolano.

Pois, as línguas nativas constituem-se como base de todo pensamento filosófico, dialeto e cultural do tecido cognitivo angolano.

Ora, as línguas nativas não devem ser encaradas apenas como lugar da fala dos menos esclarecidos, como objecto de passatempo, como algo de consumo espontâneo.

Pois, as línguas nativas representam a continuidade e a cosmovisão cosmopolita, portanto, tê-las em livros perspectivase o reascender.

Assim, tanto as línguas nativas e o livro apresentam as dimensões social e cultural. Consideramos ainda que o livro como suporte das línguas nativas subscrevem-se no campo da dialéctica.

enquanto material garante o transportar circular e milenar da palavra. Logo, embora as línguas nativas como palavra oral, suas regras, dicotomizam da escrita.

Neste sentido, não se pode pensar em línguas nativas, isto é, a sua transição à escrita sem o rigor do ensino linguístico na perspectiva angolana.

Adendamos, que não se deve marginalizar as línguas nativas sob o oráculo do fatalismo. Isto é, para a realidade angolana a marginalização das línguas nativas implica também violência simbólica à pluralidade cultural e o significado da palavra à luz do signo imaginário que se traduz a partir da gramática natural.

Por exemplo, Robert Escarpit sublinha que “No século XIII, grande época do livro iluminado, achou-se como na China o meio de fazer coincidir os três valores literários: semântica, a estética dos sinais, a palavra” (1973, p.:47).

Verifica-se o debate sobre o fulcralismo das nossas línguas que se vincula ao conceito de nação. Por exemplo, José Carlos Venâncio, em Maka – Revista de Literatura e Artes, “A nação foi então entendida como uma forma de enquadramento identitário e político a prevalecer sobre os demais referentes passíveis de gerar integração social e identitária” (2011, p.:56).

Por ora, a retórica que se levanta em função do transcrito, se os elementos essenciais identitários são as línguas, como caracterizar o livro como uma cadeia de conhecimento que serve as línguas como fundamentalista na sua afirmação.

Aproveitamos para predizer que as línguas são seguramente a reserva de todo manancial da existência humana de uma povo.

Logo, escrever, entende-se aqui, sistema de ensino e literaturas, nas línguas nativas implícita a continuidade da nossa história, da nossa antropologia e da nossa humanidade como seres ontológicos.

 

Por: HAMILTON ARTES

Recomendado Para Si

É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

por Dani Costa
29 de Setembro, 2026

Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

por Jorge Fernandes
28 de Setembro, 2026

Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

Editorial: Momento de afirmação

por Jornal OPaís
28 de Setembro, 2026

Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

por Dani Costa
25 de Setembro, 2026

Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

Carregar Mais

Edições Digitais

Mais Populares

  • DR

    GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Governo Provincial de Luanda divulga fichas e locais das provas dos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Serviços de Veterinária apreendem quatro contentores de pele de galinha no Porto de Luanda

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • NUDEZ: a “perigosa” corrida em busca de fama nas redes sociais

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • SINPROF remete decisão aos filiados e promete resposta na Sexta-feira

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Recomendado Para Si

Opinião

É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

por Dani Costa
29 de Setembro, 2026

Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

Ler maisDetails
Opinião

Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

por Jorge Fernandes
28 de Setembro, 2026

Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

Ler maisDetails
Editorial

Editorial: Momento de afirmação

por Jornal OPaís
28 de Setembro, 2026

Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

Ler maisDetails
Opinião

É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

por Dani Costa
25 de Setembro, 2026

Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

Ler maisDetails
Opinião

O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

Ler maisDetails
Opinião

Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

Ler maisDetails
Carregar Mais
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.