U ma das funções basilares do jornalismo sério é a recolha, tratamento e apuração de informações com base no interesse público. Ou seja, o jornalista em funções deve informar factos confirmados e relevantes, de forma imparcial, sem prejudicar qualquer um dos lados envolvidos na matéria em causa.
Ora, a Assembleia Nacional, em sede das comissões de especialidade, está a debater o projecto de lei sobre Informações Falsas, que, nos dias de hoje, vão ganhando espaço muito por conta do advento das redes sociais, sem que haja qualquer comprometimento de quem as divulga, numa clara irresponsabilidade, o que tem lesado e prejudicado pessoas singulares assim como colectivas.
É fundamental que a legislação proposta aborde não apenas a punição de quem dissemina informações falsas, mas também a promoção da educação mediática, capacitando os cidadãos a discernir entre factos e boatos. Dessa forma, espera-se que a sociedade se torne mais crítica e informada, reduzindo os impactos negativos das chamadas ‘fake news’.









