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É de hoje…No Adeus a Kapunga

Dani Costa por Dani Costa
24 de Agosto, 2023
Em Opinião

Não tive a possibilidade de privar inúmeras vezes com Valentim Amões, o empresário que era um dos rostos mais visíveis deste clã do Huambo, que num dos momentos mais brilhantes da economia angolana não pestanejou em investir largamente na sua terra natal.

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Perdeu a vida num acidente fatal. Ao lado de um dos filhos. Era irmão de Segunda Amões, também já falecido, que anos depois ressurgiu com o grupo ASA, assim como a magnífica Camela Amões no Planalto Central, apontada, hoje, por muitos como uma espécie de Meca para os cidadãos daquelas partes de Angola, assim como de outras partes do país.

Valentim e Segunda construíram, ao longo de um determinado período, aquele que era visto como o principal estandarte empresarial da região centro e Sul, embora lá estivesse também e despontasse com enorme grandiosidade o não menos conhecido António Mosquito, do grupo com o mesmo nome, mas antes Mbakassy, cujos tentáculos estenderam-se para outros ramos nos últimos tempos, como banco, petróleo, comércio geral, limpeza e saneamento e outros.

Ao longo dos anos, sobretudo após à chegada da economia de mercado, foram vários os nomes que se afirmaram na parte centro e Sul, havendo quase que um hiato na parte Norte, onde poucos foram aqueles que construíram conglomerados empresa- riais dignos deste nome.

Claro está que tentativas não faltaram. E muitas. Porém, no meio de tantos, instalando sobretudo num dos principais eixos do país, ligando Norte, Leste e Nordeste, surgiu Monteiro Pinto Kapunga, o empresário que faleceu recentemente em Lisboa e sepultado na sua terra natal, Malanje.

Independentemente do amor que sempre nutriram pelo país, Kapunga, os dois Amões, Mbakassy, Elias Chimuco, Lumbamba e outros angolanos personificam aquilo que muito se espera em relação aos filhos da terra que nunca perderam a originalidade nem a vontade de apostar, sobretudo, naquelas áreas em que viram enterrados os seus cordões umbilicais.

Apesar da forma altruísta e o espírito empreende- dor, aos poucos muitos destes jovens empreendedores vão deixando o mundo dos vivos e com eles uma vasta experiência que construíram a passo no mundo dos negócios em Angola.

As exéquias de Monteiro Pinto Kapunga, por exemplo, evidenciaram para muitos o espírito que sempre esperou daqueles que têm Angola como prioridade, independentemente de possuírem negócios intra ou extramuros. São poucos os investidores que como ele fizeram dos locais em que vieram ao mundo zonas de interesse que podem despontar e criar riqueza para aqueles que lá nasceram, cresceram ou optaram como palco para fazer negócios ou viverem.

São poucos os que se vão doando por Angola. Pouquíssimos, diriam alguns, porque nunca se tratou somente de falta de dinheiro para muitos, mas sim de amor porque alguns colocaram como prioridades outras realidades diferentes daquelas que lhes tornaram homens, poderosos, influentes e ricos.

Kapunga, os Amões, Mosquito, Lubamba, Chimuko e muitos poucos mostraram ou têm mostrado que foram erguidos com uma têmpera que lhes leva sempre a acreditar que Angola deve ser opção inicial, apesar das vicissitudes que se enfrenta

Dani Costa

Dani Costa

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