EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Sex, 19 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Dia da Dipanda entre desabafos imortais do risco sobrevivente

Jornal Opais por Jornal Opais
22 de Outubro, 2024
Em Opinião

Vem aí a DIPANDA, como se chama em cada ano, as vozes se avizinham como o levantar do braço de Neto no largo da independência entre a força de todos que assumiram o risco às 00h00 datada a 11 de Novembro de 1975.

Poderão também interessar-lhe...

África não precisa de mais heróis, precisa de mais instituições

Lomengo, o genro esfomeado – Vidas de Ninguém (XXIV)

A solidão dos fortes

O tempo passa, as memórias ficam. Fica também o povo que contou com a comida prato desde a independência. Hoje já não se fala em pão, feijão, banana, maçaroca, batata numa escala abundante como se via no antigamente.

Triste pensar que tudo acabou, mas não, era viva daqui, viva dali, Nação daqui, Nação dali, e um sorriso nos lábios entrelaçado ao ver o próprio fim. Só a via estava aberta, o coração liberto, o caminho de onde vieram trouxeram consigo uma perda irreparável!… Na verdade, quando percebemos que o feito é uma distracção, pensamos logo na nossa história.

É um facto, claro, disso não se dúvida, aliás, duvidar de tudo remete-nos à cegueira, e não vermos com os nossos olhos a visão que Neto mostrou aquando da proclamação da independência << UM SÓ POVO, UMA SÓ NAÇÃO.>> Tudo foi dito, o necessário esquecido na medida que os tempos foram passando, tão bem que a grandeza do povo ficou entre si, perdido num lugar incerto, na certeza que viveu o risco mais evidente de toda história.

Ainda há tempo, como nos velhos tempos, mas cada um deve, primeiramente, sobreviver dentro de si para encontrar onde se perdeu no dia que levantou as mãos e, por conquista alheia, ficara no alheio e a forma hoje diz muito como pensamos, vivemos e lidamos com toda situação de fazer parte do discurso << SOBREVIVENTE.>> Parece que ainda vive em nós por nos fazer sentir a esperança viva, o viva alegre mente que nos faz partir entre o partido do p’ovo custoulhe a vida. Imagino a pátria no seu verdadeiro delírio quando chegou a hora.

Um mistério?_ Não, não… Uma das mensagens que faz entender as coisas é da provocação dos instintos, eles foram crianças, em não souberem onde, por que, como e quando deviam manter-se em pé entre o largo posicionamento de quem os conduzia!… Conduziram a multidão na presença de almas despedidas, e que hoje, sobrevivem sobre apagões que lhes eterniza a vida! Quem numa foz entre as água no pós-independência trazida aos dias de hoje feito pedra no prato morre pensando que nada é mente em ficar parado! Fico aqui, paranóico ao ver o apêndice há quase 5 décadas na esfera que não faz circular o belo discurso que Neto usou.

Por pouco, partiu, deixara um legado, e um trunfo nos lábios de quem tem entre os braços levantados as catanas na memória dos grandes combates. Bons tempos, que o vagueio encontrado no rosto da JUVENTUDE sobrevive entre o dis curso de Agostinho Neto, e quem não nada perde o bom ensejo, perde a esperança, perde a vinda da DIPANDA que sempre nos chama << ESTOU AQUI, JAMAIS VOS ABANDONAREI >> com o processo moroso dessa gente em não perceber o quão significa a data 11 de NOVEMBRO de 1975, se esqueceram, perco a memória desde o início e faço-vos lembrar; INDEPENDÊNCIA JÁ!…

 

Por: N’DOM CALUMBOMBO

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

África não precisa de mais heróis, precisa de mais instituições

por Jornal OPaís
19 de Junho, 2026

Há uma imagem que muitos angolanos conhecem. Num bairro, numa escola, numa associação comunitária ou numa repartição pública, existe quase...

Ler maisDetails

Lomengo, o genro esfomeado – Vidas de Ninguém (XXIV)

por Jornal OPaís
19 de Junho, 2026

A os 31 anos, Cafumba era uma jovem morena, de pernas grossas, dentes branquinhos, cabelos compridos e massa física corpulenta,...

Ler maisDetails

A solidão dos fortes

por Jornal OPaís
19 de Junho, 2026

A fortaleza é uma das qualidades mais admiradas na sociedade angolana. Admiramos a mãe que nunca desiste dos filhos, o...

Ler maisDetails

É de hoje… Quem conhece as Quedas dos Bem-Casados?

por Dani Costa
19 de Junho, 2026

Há alguns anos, num daqueles momentos de aventura, decidimos visitar o amigo Tito, que, depois de largos anos emprestado ao...

Ler maisDetails

África não precisa de mais heróis, precisa de mais instituições

19 de Junho, 2026

Lomengo, o genro esfomeado – Vidas de Ninguém (XXIV)

19 de Junho, 2026

A solidão dos fortes

19 de Junho, 2026

Kabuscorp e Wiliete lideram número de aquisições para época 2026/27

19 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.