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Critérios dúbios nas convocatórias para as selecções nacionais

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Março, 2024
Em Opinião

A minha longa carreira profissional permitiu-me lidar e questionar incessantemente as várias opções e critérios dos treinadores para convocatórias de jogadores para as mais distintas selecções nacionais, em todas as modalidades.

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Foi assim com o hóquei em patins, boxe, judo, andebol, basquetebol, voleibol, ténis e naturalmente o futebol.

Também já expressei publicamente o meu respeito total às opções de um treinador, por achar que é soberano nas suas escolhas.

Entretanto temos plena consciência que muitas vezes estas escolhas são forjadas em questões subjectivas que nada contribuem para a competitividade de um determinado grupo.

Foi assim recentemente com jogadores de inquestionável capacidade, nas selecções nacionais de basquetebol, de andebol, de hóquei em patins e de futebol.

Defendo sempre três critérios que devem nortear a convocatória de qualquer jogador para uma selecção nacional: o histórico, o momento de forma e a projecção individual do jogador.

O histórico dos jogadores nos seus clubes, mas, principalmente, na própria selecção angolana; o momento de forma dos atletas, premiando aqueles em melhor fase; e a projecção, já pensando em características para as provas a disputar, como o Campeonato africano ou o Campeonato do Mundo.

Por isso, qualquer seleccionador nacional tem que ter comprometimento no seu trabalho, olhando para estes três factores apenas com profissionalismo. O treinador e os seus auxiliares têm de ir além da preparação em campo.

Hoje, a tarefa se estende a mais aspectos na hora de definir um grupo, conciliando alguma veterania e juventude.

Penso que nenhum treinador deveria fechar as portas da selecção para os jogadores com potencial, independentemente das circunstâncias que ditaram o seu afastamento do grupo.

Como errar é humano, os próprios treinadores também cometem erros de palmatória, como por exemplo não convocar um determinado jogador na lista inicial para uma competição e posteriormente inseri-lo no grupo como titular indiscutível.

Os treinadores das selecções nacionais devem ter por isso um espírito de missão que transcenda os caprichos e interesses pessoais pelos supremos interesses da NAÇÃO.

 

Por: LUÍS CAETANO

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