A família é a célula mais importante da sociedade. É a porta para o desenvolvimento da humanidade. Tem a função de garantir o amor e outros pontos de equilíbrio no plano das emoções. Assim sendo, da infância à vida adulta, os valores morais e éticos têm sido o garante e a continuação das relações humanas.
É o contrato social. Afastou, faz tempo, o estado de natureza. Perante os factos, a responsabilidade individual e colectiva vai sendo o farol de várias gerações. A família, por ser também restrita e alargada, impõe vários papéis sociais aos seus responsáveis.
Por isso, na sequência da sua campanha eleitoral, a candidata ao cargo de secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Emília Carlota Dias, entre outras linhas de força do seu programa, apela ao reforço da coesão e a educação da família.
Sensibilizar, acompanhar a juventude, incentivar a permanência das meninas na escola e promover a cidadania são pilares estratégicos. Deste modo, reorientar a maior célula de desenvolvimento da sociedade, a família, é o foco para uma Angola mais inclusiva.
Em Benguela, para melhor se perceber o papel da OMA, “braço” feminino do MPLA, fundada em 1962, Emília Carlota Dias referiu que a sua organização não substitui instituições públicas, nem executa políticas públicas, sendo que mobiliza consciências, forma lideranças, advoga soluções e influencia decisões.









