Ilustre coordenador do Jornal OPAÍS, saudações e votos de uma boa Quinta-feira. Na verdade, o ser humano difere-se de outros seres vivos pela sua capacidade pensante e de raciocínio. O homem pensa, imagina, idealiza e, através do que desenvolve mentalmente, consegue construir e desenvolver o mundo no qual está inserido.
Ora, ainda que nasçamos com a capacidade de pensar e idealizar seja o que for, estamos susceptíveis a aprender, até porque o aprendizado constante também é uma característica humana. Nós aprendemos todos os dias com tudo que está à nossa volta.
A inteligência humana levou a que estudiosos no ramo da tecnologia desenvolvessem a inteligência artificial, um projecto conhecido por todos nós e que tem vindo a crescer com o passar do tempo. Este foi criado para auxiliar as pessoas, especialmente estudantes, quando encontrassem dificuldades para responder a determinada questão ligada a um conhecimento académico.
O grande problema é o facto de os seres humanos, que são conhecidos por pensar por si próprios, ao invés de recorrerem à inteligência quando necessário, dependerem totalmente deste que devia ser apenas um auxílio. Os jovens estudantes, neste aspecto, são os que mais passam por isso.
A interpretação errónea que se faz da inteligência artificial é que ela sabe tudo e responde a tudo. Os alunos deixaram de pensar e, em qualquer desafio académico, a IA é a salvação. Provas escolares e tarefas são agora resolvidas com base na inteligência artificial.
POR: Sérgio Cunha, Luanda








