O ser humano, enquanto ser sociável, pode ser influenciado no seu comportamento através de diversos sectores da sociedade, como, por exemplo, a família e a escola, instituições que exercem um papel significativo na construção da moral e da cultura humana, interferindo desde os primeiros dias de vida, como é o caso da família.
Dentre vários outros exemplos de influenciadores, temos a religião, tese central do texto, que actua poderosamente no íntimo das pessoas, alterando pensamentos, atitudes e sentimentos que, talvez sem ela, não seriam possíveis.
O texto não tem o condão de esgotar o conteúdo, nem assim poderia ser feito diante de poucas linhas, mas tão-somente trazer à luz alguns dados teóricos e estatísticos relacionados com a temática, suscitando questionamentos e reflexões acerca da proposta apresentada.
A RELIGIÃO E O COMPORTA- MENTO CRIMINOSO São vários os factores que influenciam o comportamento humano, dentre eles, a religião ocupa uma posição de primordial importância, pelo seu poder de introjectar princípios e valores que tenderão à uniformização do comportamento humano. Para tanto, a religião não se apresenta apenas como um conjunto de ideias padronizadas, mas como uma força que não pertence à vida normal do ser humano, mas apenas daquele que teve uma experiência religiosa.
Este busca amoldar-se aos padrões religio- samente preestabelecidos, deixando de lado até padrões intimamente individuais. Assim como exerce certo controlo sobre o comportamento individual, a religião participa na manutenção da ordem social, ajudando na determinação da identidade colectiva de um determinado povo.
A religião é um quesito cultural com poder de influenciar questões morais, costumes e, dentre outros aspectos, até mesmo o ordenamento jurídico de uma nação. Dessa forma, pode-se afirmar que toda religião é importante, à medida que denota relevante mecanismo de organização social, permitindo que o ser humano viva em sociedade de forma ordenada, assim como aponta Radcliffe-Brown:
CONCLUSÃO Ante o exposto, consegue-se perceber uma relação entre a frequência à igreja e as atitudes que os indivíduos tomam, considerando que a religião insere os seus princípios na sociedade, afirmando o que é aceitável ou não, fazendo com que as pessoas absorvam conceitos do que é tido como certo ou errado.
POR: CARLOS CONCEIÇÃO





