EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 18 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

A liderança que colocou África no centro do Mundo

Jornal OPaís por Jornal OPaís
16 de Fevereiro, 2026
Em Opinião
DR

DR

Quando o Presidente João Lourenço assumiu, em Fevereiro de 2025, a Presidência “pro tempore” da União Africana, não assumiu apenas um cargo rotativo. Assumiu um símbolo. O símbolo de um país que deixou de ser visto apenas pelo prisma do seu passado de conflito e passou a afirmar-se como promotor activo da estabilidade, da diplomacia preventiva e da concertação continental. De modo, que não é tempo de diminuir o feito, mas sim momento de compreender o seu significado histórico, para as gerações de hoje, bem como aquelas que vão herdar o futuro do continente berço da humanidade.

Poderão também interessar-lhe...

Quando a terra pede socorro

“Os estrangeiros ensinam-nos ou beneficiam-se da nossa ignorância?”

A ilusão do eterno candidato à vitória

As críticas existem — e numa sociedade democrática elas são legítimas. Contudo, há momentos na história de uma nação, em que o inte- resse colectivo e o sentido patriótico deve falar mais alto do que ruídos partidários. A liderança de Angola na União Africana é um desses momentos. O país não foi um simpático espectador, fazendo discursos protocolares da praxes ou tirando fotografias de famílias pom- posas. Angola foi mais do que isso. Foi um preponderante protagonista.

E sejamos claros: feito conquis- tado por mérito próprio. Por isso permita-me que diga em voz alta e bom tom: a Presidência de Angola na União Africana foi a todos níveis uma conquista institucional que transcende indivíduos e se inscreve na afirmação estratégica do Estado angolano no palco africano e internacional. Num continente ainda marcado por focos de instabilidade, terrorismo e disputas políticas, Angola tem projectado uma diplomacia serena, baseada no diálogo e na mediação.

Angola, que conhece na pele o custo da guerra, fala com autoridade moral quando defende uma África mais pacífica. A experiência acumulada na reconstrução nacional tornou-se activo político e diplomático. Hoje, Angola não é apenas beneficiária da paz; é promotora dela. A Presidência angolana na União Africana reforça igualmente o ideal do pan-africanismo — não como retórica vazia, mas como compromisso concreto com a integração económica, a livre circulação, a cooperação em matéria de segurança e a valorização das instituições africanas. Uma África mais respeitada no concerto das nações começa por uma África que acredita em si mesma.

E Angola, ao assumir responsabilidades continentais, está a dizer que acredita. É também inegável que a imagem institucional do país saiu fortalecida. O protagonismo diplomático empreendido pelo Presidente João Lourenço trouxe visibilidade positiva, ampliou canais de diálogo com parceiros estratégicos e consolidou Angola como interlocutor credível em matérias sensíveis. Quando Angola preside à União Africana, é a bandeira nacional que se eleva, é o nome do país que ecoa nas cimeiras, é a nossa história colectiva que ganha nova dimensão.

O pan-africanismo sempre foi um ideal de libertação e dignidade. Hoje, ele exige maturidade política, unidade estratégica e visão de futuro. A liderança angolana na União Africana foi um passo incontornável nesta direcção. Mais do que um mandato, foi uma oportunidade histórica de mostrar que Angola não é apenas parte da África que sonha — é parte da África que constrói.

E, independentemente das divergências internas, há um ponto que deve unir-nos: quando Angola assume responsabilidades continentais, cresce a responsabilidade de cada angolano em defender a imagem, a estabilidade e a grandeza da Nação. Porque uma Angola mais forte na África é, inevitavelmente, uma África mais forte no mundo.

POR: NZONGO BERNARDO DOS SANTOS

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Quando a terra pede socorro

por Jornal OPaís
18 de Junho, 2026

Uma reflexão sobre o Dia Mundial do Combate à Desertificação e à Seca - 17 DE JUNHO Todos os anos,...

Ler maisDetails

“Os estrangeiros ensinam-nos ou beneficiam-se da nossa ignorância?”

por Jornal OPaís
18 de Junho, 2026

Olhemos à vontade o mundo; ninguém nos vai proibir de o fazer. Já que eles são viaja dos e têm...

Ler maisDetails

A ilusão do eterno candidato à vitória

por Jornal OPaís
18 de Junho, 2026

Na sociedade, na política, no desporto, e até nas igrejas, encontra mos frequentemente individualidades que se consideram candidatas naturais à...

Ler maisDetails

É de hoje… Maldito lixo de cada dia

por Dani Costa
18 de Junho, 2026

Há alguns anos, o lixo tornou-se um dos mais apetecíveis negócios dos principais aglomerados urbanos. Em Angola, sobretudo nas suas...

Ler maisDetails

Luena acolhe quinta edição do Festival Ngueia

18 de Junho, 2026

Angola e RDC abordam o fortalecimento das relações parlamentares

18 de Junho, 2026

Deputados de Moçambique visitam parlamento angolano

18 de Junho, 2026

Quando a terra pede socorro

18 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.