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A competência da mulher reconhecida no Discurso da Nação

Jornal OPaís por Jornal OPaís
17 de Outubro, 2025
Em Opinião

“As mulheres do nosso país já não têm nada a provar quanto à sua capacidade e quanto à sua importância na nossa sociedade. Vamos continuar a incentivar esta visão, com iniciativas como o Prémio Nacional Mulher de Mérito, que vai já na sua 3.ª edição.” Estas foram palavras do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, que soaram como um hino de reconhecimento, um tributo à força silenciosa, à competência comprovada e à coragem constante das mulheres angolanas.

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O Presidente afirmou com serenidade e convicção que “a mulher já não precisa provar nada”, porque mostrou ter e ser capaz. Essa afirmação ecoou com a força da verdade e o peso da história. Um país ouviu e reconheceu. A mulher angolana sempre caminhou com o peso da responsabilidade nos ombros. Carregou a família, sustentou a comunidade, ensinou valores e manteve viva a esperança.

Fê-lo com doçura e firmeza, com fé e determinação. Hoje, essa dedicação é finalmente reconhecida. O Estado começa a ver o que o povo sempre soube. Quando o Presidente fala em apostar na mulher, fala em apostar no futuro de Angola.

Nenhuma nação cresce se ignora metade do seu talento e da sua força. A mulher é energia criadora, é razão e sensibilidade. Representa o amor que constrói e a firmeza que sustenta. Negar-lhe espaço é negar o progresso.

O gesto do Presidente João Lourenço é político, mas também profundamente humano. Mostra um compromisso com a igualdade, com o mérito e com o reconhecimento do valor real das mulheres. Essa confiança deve inspirar todo o aparelho do Estado, porque é tempo de transformar palavras em compromissos.

A fé do Chefe da Nação na mulher é uma mensagem dirigida a todos — ministros, governadores, administradores, empresários e líderes comunitários. É um lembrete de que a inclusão não é caridade, é justiça. E que a igualdade não é concessão, é mérito reconhecido. O exemplo vem de cima. Mas acreditar na mulher não pode ficar no discurso. É preciso políticas concretas, objectivos claros e acções visíveis.

O Executivo deve ser o primeiro a pôr em prática a visão do Presidente da República. Promover, capacitar e valorizar mulheres é fortalecer a base do desenvolvimento. A confiança deve traduzir-se em resultados. As instituições públicas e privadas devem caminhar na mesma direcção. A mulher precisa ser chamada para decidir, para liderar e para representar.

A sua voz é essencial nos espaços onde o país se pensa e se constrói. As oportunidades devem ser multiplicadas e o mérito deve ser o único critério de ascensão. O género não pode continuar a ser uma barreira disfarçada. Deve ser ponte e não muro. Deve unir e não afastar. A mulher angolana merece estar onde se decide o destino da Nação, porque ela é parte viva e activa dessa construção.

O país só ganha quando ela participa. As políticas públicas devem garantir igualdade real. O acesso ao crédito, à formação e à liderança são caminhos de emancipação. Criar programas de auto-sustentabilidade feminina é urgente.

A independência económica é a base da dignidade. Quando a mulher cresce, a sociedade cresce com ela. É tempo de reforçar os programas que valorizam o trabalho feminino. Desde as cooperativas rurais às iniciativas empresariais, a mulher tem mostrado ser capaz de gerir, inovar e prosperar. O Estado deve dar-lhe meios, formação e confiança. O retorno virá em estabilidade social e desenvolvimento económico.

Educar é outro passo essencial. A educação abre portas, desperta talentos e muda destinos. Ampliar bolsas de estudo internas e externas para mulheres é investir no amanhã. Cada mulher instruída é uma semente de sabedoria. E uma sociedade que educa as suas mulheres educa as suas gerações. A mulher que estuda transforma a sua família e inspira a comunidade. Torna-se exemplo de coragem e perseverança.

O conhecimento empodera e liberta. O saber é a ferramenta mais poderosa contra a desigualdade. O Estado deve continuar a multiplicar oportunidades de formação. A presença feminina na política é outro desafio. O país precisa de mais mulheres a decidir, legislar e liderar.

A democracia tornase mais completa quando acolhe a voz feminina. A mulher traz equilíbrio, prudência e sensibilidade social. É a voz que humaniza o poder. Não se trata de favor, mas de justiça e mérito. As mulheres provaram competência em todas as áreas da vida nacional. Mostraram liderança na dor e grandeza na reconstrução. Estiveram presentes nas crises e nas vitórias. O seu contributo é inegável e deve ser reconhecido por todos.

O Presidente João Lourenço deu o primeiro passo. Cabe agora às instituições caminhar ao seu lado. A confiança precisa ser acompanhada de políticas e resultados. A igualdade precisa sair dos discursos e entrar na prática.

É tempo de mostrar coerência entre a palavra e a acção. O futuro de Angola depende do equilíbrio entre os seus filhos e filhas. Homens e mulheres devem caminhar juntos, complementando-se e não competindo. A união das forças é o segredo do progresso. E o Presidente, ao reconhecer o valor feminino, mostra o caminho da harmonia.

A visão presidencial é também uma mensagem à juventude. Mostra que o mérito é o verdadeiro passaporte para o sucesso. Que o género não define capacidade. E que a mulher jovem deve sonhar alto, estudar e preparar-se, porque o país precisa da sua energia e da sua voz. A mulher no campo, na escola, no hospital e no parlamento é a mesma: trabalhadora e comprometida. Ela não teme desafios. Assume responsabilidades e constrói caminhos.

A sua presença engrandece a Pátria. O seu esforço é um pilar invisível da estabilidade nacional. Se o Chefe da Nação acredita nas mulheres, todos devem acreditar. O Executivo, as autarquias, as universidades e as empresas devem seguir esse exemplo.

O país precisa transformar confiança em oportunidade. As instituições devem abrir portas. O futuro agradecerá. Hoje, as mulheres não pedem favores, pedem oportunidades justas. Querem ser avaliadas pelo talento, não pelo género. Querem participar de igual para igual.

O país tem tudo a ganhar quando ouve a voz feminina, porque é nela que reside o equilíbrio e a sabedoria. A confiança do Presidente João Lourenço é um gesto histórico. Um marco que desperta consciências e inspira políticas duradouras. Valorizar a mulher é valorizar a paz. Promover a mulher é fortalecer a economia. Nenhum país se desenvolve ignorando o seu potencial feminino.

A mulher angolana agradece a confiança, mas quer mais que palavras. Quer condições, ferramentas e oportunidades. Quer mostrar, mais uma vez, que é capaz. Que é líder, educadora e construtora. Que é o presente e o futuro de Angola.

A história regista este momento como um sinal de maturidade política e social. Um tempo em que Angola começou a olhar para as suas mulheres com respeito e orgulho.

O Presidente reafirmou essa visão com coragem e sensibilidade. E o país deve transformar essa visão em realidade. Assim se constrói uma Nação equilibrada e justa.

Por: YARA SIMÃO

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