Nossa Seguros BFA SB Expo_Huambo FIB BANCO BAI STANDARD-BANK
Ter, 29 Set 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

10 Anos de Construção Conjunta da Iniciativa Cinturão e Rota: Frutífera e Promissora

Jornal Opaispor Jornal Opais
17 de Outubro, 2023
Em Opinião

Este ano marca o 10º aniversário da Iniciativa Cinturão e Rota. O Terceiro Fórum do Cinturão e Rota para Cooperação Internacional está a decorrer em Beijing.

Xi Jinping, o Presidente da República Popular da China, salientou que a Iniciativa Cinturão e Rota teve origem na China e pertence ao mundo; tem raízes na história e está virada para o futuro.

Já em 140 anos a.C., durante a dinastia Han na China, a famosa missão de Zhang Qian às regiões ocidentais, uma missão de paz que partiu de Chang An, a capital da dinastia Han, começou a abrir o caminho do Oriente para o Ocidente, completando a “Viagem Pioneira”.

Depois disso, o povo trabalhador e corajoso da Ásia e da Europa explorou uma série de rotas comerciais e culturais que conetaram várias civilizações da Ásia, Europa e África, conhecidas como a “Rota da Seda”.

A antiga Rota da Seda estendia-se por milhares de quilómetros e prolongava-se milhares de anos, abrindo uma janela para intercâmbios amigáveis entre países.

Durante as dinastias Tang, Song e Yuan na China, as Rotas da Seda terrestres e marítimas desenvolveram-se simultaneamente, nas quais os viajantes da China, Itália e Marrocos deixaram as suas marcas históricas.

No início do século XV, na dinastia Ming, o famoso navegador chinês Zheng He fez sete viagens marítimas a mais de 30 países na Ásia e em África, deixando uma legenda milenar.

Ao contrário dos colonizadores de outros países, a Rota da Seda era ligada por camelos e boa vontade em vez de cavalos de guerra e lanças, e a Rota contava com barcos de tesouro e amizade em vez de navios de batalha e canhões.

Nesta Rota, havia o livre fluxo de capital, tecnologia, pessoal e outros factores de produção, com compartilhamento de mercadorias, recursos, frutos, e assim por diante, para alcançar o desenvolvimento e a prosperidade comum, acumulando o Espírito de Rota da Seda –“paz e cooperação, abertura e inclusão, aprendizagem mútua e benefício mútuo”.

Sendo isso a demonstração viva da cultura tradicional chinesa e também a essência da Iniciativa Cinturão e Rota.

Desde o início do século XXI, a sociedade humana entrou numa era de grande desenvolvimento, de mega-mudanças e de profundos ajustamentos, com agravação de déficits de paz, desenvolvimento, segurança e governação.

Perante a pergunta do século “O que se passa com o mundo e o que devemos fazer?”, o Presidente Xi Jinping apresentou, em 2013, o conceito da construçã o de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade, defendendo a construção de um mundo de paz duradoura, segurança universal, prosperidade comum, abertura, inclusão, limpeza e beleza, unindo um amplo consenso e forças para construir em conjunto um mundo melhor.

O conceito tornou-se uma bandeira clara que lidera a tendência dos tempos e a direcção a seguir pela humanidade. Como prática importante do conceito da construçã o de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade, o Presidente Xi Jinping propôs construção conjunta do “Cinturão Econômico da Rota da Seda” e da “Rota da Seda Marítima do Século XXI”, conhecida como a Iniciativa Cinturão e Rota (ICR).

A iniciativa tem se pautado em solucionar o problema de interconectividade, tendo conceito orientador como abertura, verde e transparência, aderindo ao princípio de consulta, construção e compartilhamento conjuntos e buscando altos padrões, sustentabilidade e melhoria do bem-estar do povo.

A ICR trouxe maior vitalidade à antiga Rota de Seda, e tornouse o caminho de oportunidades e prosperidade para todos os países.

Nos últimos 10 anos, a China e os países participantes da ICR têm promovido continuamente a coordenação de políticas, a conectividade de infraestruturas, o comércio desimpedido, a integração financeira e laços interpessoais mais estreitos, e ICR desenvolveu de um conceito para uma prática, tornando-se um produto público internacional e uma plataforma de cooperação global bem aplaudidos, que transcende as limitações geográficas, supera as diferenças culturais, integra as necessidades de desenvolvimento.

Até à data, a China assinou mais de 200 documentos de cooperação no âmbito da ICR com 152 países e 32 organizações internacionais, aumentando o investimento para quase 1 trilião de USD, criando 420.000 postos de trabalho nos países participantes e erradicando a pobreza para cerca de 40 milhões de pessoas.

De acordo com um relatório do Banco Mundial, a construção conjunta da ICR tem ajudado a aumentar 4,1% de comércio, 5% de investimento estrangeiro e 3,4% do PIB dos países participantes. Angola, um importante parceiro económico e comercial da China em África, foi dos primeiros países a aderir à ICR.

Nos últimos 10 anos, a ICR construiu novas pontes para a amizade e a cooperação China-Angola, impulsionou a cooperação sino-angolana para uma qualidade mais elevada e extensão mais vasta, acrescentando novos destaques nos domínios do investimento, da saúde, da energia, do digital etc., que melhoraram fortemente as condições de vida da comunidade local.

Até à data, o número de empresas chinesas em Angola ultrapassou 400, com investimento acima de 24 mil milhões de USD. No ano passado, o Presidente João Lourenço testemunhou a inauguração do Parque Tecnológico da Huawei, com um investimento superior a 80 milhões de USD.

A Huawei vai assegurar a formação de mais 10.000 talentos das TIC para Angola em 5 anos, promovendo a transformação digital e a inovação. Em abril deste ano, foram colocadas em funcionamento a 1º e 2º lotes do projeto de combate à seca na província do Cunene, construído por empresa chinesa.

Esse projeto irá satisfazer as necessidades de água de 235 mil pessoas e 400 mil cabeças de gado ao longo do percurso, e irrigar 5 mil hectares de terras agrícolas, tendo sido saudado como o “Canal da Vida” pelo Sr. Abdulla Shahid, Presidente da 76ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Em maio deste ano, o Aproveitamento Hidroeléctrico de Caculo Cabaça, construído por empresa chinesa, concluiu a primeira frase do desvio provisório do Rio Cuanza.

O projecto proporcionará emprego a dezenas de milhares de angolanos durante o período de construção. Após a sua conclusão final, esse Aproveitamento satisfará mais de 40% da procura de energia eléctrica em Angola e reduzirá as emissões de gases com efeito de estufa em 7,2 milhões de toneladas por ano, ajudando mais pessoas a usufruir de energia verde e limpa.

Existem muitos outros projetos de referência como acima mencionados.

A China sempre busca altos padrões, sustentabilidade e melhoria do bem-estar do povo na construção da ICR, que não só dá um novo impulso à diversificação económica, industrialização e desenvolvimento sustentável de Angola, como também reforça o entendimento mútuo e a amizade entre os povos chinês e angolano.

Os resultados da cooperação nos últimos 10 anos provaram plenamente que a ICR está conforme a tendência dos tempos para globalização económica, responde as necessidades do século para a reforma no sistema de governação global, centra-se sempre no objetivo a longo prazo e nas necessidades do desenvolvimento comum global e satisfaz as aspirações de todos os países, especialmente as de países em desenvolvimento, para promover a paz e o desenvolvimento.

A ICR irá certamente aprofundar-se cada vez mais e estará numa longa trajetória promissora. De acordo com as perspectivas do Banco Mundial, até 2030, a construção da ICR trará um benefício anual de 1,6 trilhões de USD ao mundo, representando 1,3% do PIB mundial; fará com que o comércio dos países participantes cresça entre 2,8% e 9,7% e que o comércio mundial cresça entre 1,7% e 6,2%; e permitirá que 32 milhões de pessoas saiam da pobreza moderada e 7,6 milhões de pessoas da pobreza extrema.

A China e Angola terão novas oportunidades de cooperação na construção conjunta da ICR, e a diversificação económica, a industrialização e o desenvolvimento sustentável de Angola continuarão a ganhar nova força motriz da ICR.

Navegando nas ondas do mar e de vento em popa, é a hora de içar a nossa vela e cruzar no enorme oceano.

Ao entrarmos numa nova década, a China aproveitará o Terceiro Fórum do Cinturão e Rota para Cooperação Internacional como uma oportunidade para resumir as suas realizações e elaborar novo plano juntamente com outros países do mundo, incluindo Angola, de modo a tornar este “Cinturão de Desenvolvimento” mais próspero e a “Rota de Felicidade” mais larga, visando a promoção do desenvolvimento de maior qualidade da ICR e a construção de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade, dando novas contribuições para a recuperação económica e o desenvolvimento sustentável do mundo.

 

Por: CHEN FENG

*Encarregada dos Negócios da Embaixada da China

Recomendado Para Si

É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

por Dani Costa
29 de Setembro, 2026

Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

por Jorge Fernandes
28 de Setembro, 2026

Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

Editorial: Momento de afirmação

por Jornal OPaís
28 de Setembro, 2026

Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

por Dani Costa
25 de Setembro, 2026

Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

Carregar Mais

Edições Digitais

Mais Populares

  • DR

    GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Governo Provincial de Luanda divulga fichas e locais das provas dos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Serviços de Veterinária apreendem quatro contentores de pele de galinha no Porto de Luanda

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • NUDEZ: a “perigosa” corrida em busca de fama nas redes sociais

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • SINPROF remete decisão aos filiados e promete resposta na Sexta-feira

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Recomendado Para Si

Opinião

É de hoje… A verdade sobre a Estrada 230

por Dani Costa
29 de Setembro, 2026

Foi na véspera da viagem ao Cuanza Sul que um dos nossos colegas me visitou no escritório para falar sobre...

Ler maisDetails
Opinião

Pontual: E se pensarmos em legalizar a ‘micha’?

por Jorge Fernandes
28 de Setembro, 2026

Aumenta a quantidade de jovens envolvidos na intermediação de serviços de compra e venda. Há diversos serviços, como de documentos,...

Ler maisDetails
Editorial

Editorial: Momento de afirmação

por Jornal OPaís
28 de Setembro, 2026

Angola saiu do jugo colonial no dia 11 de Novembro de 1975. Perante África e o mundo, o primeiro Presidente...

Ler maisDetails
Opinião

É de hoje… As novas ‘Cinderelas’ da política angolana

por Dani Costa
25 de Setembro, 2026

Eram formidáveis os encontros que haviam dos principais grupos da sociedade civil nas fases anteriores e posteriores ao conflito armado....

Ler maisDetails
Opinião

O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...

Ler maisDetails
Opinião

Gestão sem planeamento: por quanto tempo uma empresa consegue sobreviver?

por Jornal OPaís
24 de Setembro, 2026

No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas...

Ler maisDetails
Carregar Mais
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Editorial
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.