OPaís
Ouça Rádio+
Sex, 13 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Substituição de comandante militar responde a “novos desafios”, reconhece Danilov

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Fevereiro, 2024
Em Mundo

O secretário do Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia, Oleksiy Danilov, considera que a controversa substituição de Valerii Zaluzhnyi no comando das Forças Armadas é uma resposta a novos desafios, no objectivo intacto de vencer a Rússia

Poderão também interessar-lhe...

Testes secretos e rearmamento da França: começou uma nova era nuclear

Egipto pede diálogo para pôr fim à guerra no Oriente Médio

Ataques jihadistas atingem bases militares nigerianas no Nordeste

Em entrevista à Lusa, o alto responsável da instituição ucraniana, além da substituição de Zaluzhnyi, que abalou a política interna do país, também abordou a frente diplomática externa, afirmando que seria “uma injustiça” os países-membros da NATO não assumirem uma posição clara em relação à adesão da Ucrânia na próxima cimeira da Aliança, a decorrer este ano em Washington.

Para Oleksiy Danilov, a saída do líder militar, que mantinha grande popularidade e que foi criticada por vários sectores da oposição, deve ser enquadrada por uma fase em que surgem “novos desafios e novas tarefas” colocadas pela invasão russa, iniciada há quase dois anos, em 24 de Fevereiro do ano passado.

Zaluzhny foi afastado, na Quinta-feira, após semanas de rumores sobre a sua saída, tendo sido designado como seu sucessor Oleksandr Syrsky, até agora comandante do Exército.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, saudou o trabalho do general Zaluzhny e propôs que permanecesse na sua equipa: “Falámos das alterações que são necessárias nas Forças Armadas.

Discutimos o que poderá ocorrer com um comando renovado das Forças Armadas da Ucrânia. Este é o momento da renovação”, justificou.

Instado pela Lusa a comentar se esta substituição seria compreendida pelo povo ucraniano e pelos parceiros de Kiev, o secretário do Conselho de Defesa e Segurança Nacional respondeu: “Todos os dias a vida dá-nos novos desafios, novas tarefas, novas coisas inesperadas e deve-se compreendê-las. A vida continua e temos de defender o nosso país. Essa é a tarefa principal”.

Após a demissão, Zelensky conferiu a Zhaluzhny a condecoração de “Herói da Ucrânia”, a mais alta distinção do país, o que, segundo Danilov, não deve ser visto como “qualquer tipo de incoerência”, antes pelo contrário: “Somos todos ucranianos, e todos nós temos uma tarefa a cumprir.

Precisamos vencer a Rússia nesta guerra terrível e esta vitória será alcançada de certeza”.

O responsável da instituição ucraniana pede que se espere que o novo comandante das Forças Armadas apresente a sua estratégia, afirmando que ignora se terá modificações em relação à actual.

“Terá seguramente uma estratégia, mas não lhe podemos chamar nova ou velha. Será diferente do comando anterior? Não sabemos. Precisamos esperar que o general Syrsky comunique o seu plano ao Presidente e ao seu comando militar e logo saberemos”, limitou-se a observar Oleksiy Danilov.

O secretário do Conselho de Defesa e Segurança Nacional falou, igualmente, de outro assunto sensível no domínio interno ucraniano, a lei da mobilização militar, destinada a permitir ao Exército reabastecer as fileiras após dois anos de invasão russa, e cuja primeira leitura foi aprovada na semana passada pelo parlamento.

“Pensamos que esta lei deve ser uma questão de justiça. As pessoas têm de perceber o que é a mobilização e o que é a desmobilização.

Quais são as condições do serviço”, sustentou Danilov, que espera agora que a segunda leitura melhore a lei “numa língua que todos entendam”.

O documento votado pretende simplificar os procedimentos de inscrição no Exército e introduzir sanções para quem resistir à mobilização, que devem ser aprovadas por um tribunal.

Contudo, segundo os críticos, isso não resolve o problema da desmobilização daqueles que estão na frente há muito tempo e o provedor dos Direitos Humanos, Dmytro Lubinets, já avisou que o documento contém “disposições contraditórias” que podem violar a Constituição nacional. Volodymyr Zelensky admitiu, em Dezembro, que o Exército precisa de mobilizar até 500 mil elementos adicionais.

Noutro passo, o Presidente ucraniano aprovou uma lei que constitui um ramo separado nas forças armadas dedicado a ‘drones’, que têm tido uma utilização em grande escala nos dois lados em conflito, antecipando a criação de uma estrutura que, de acordo com o secretário do Conselho de Defesa e Segurança, existirá em todos os exércitos.

“Através da experiência da nossa guerra, todos os membros da NATO estão a aprender a utilização de ‘drones’ e como explorála.”, indicou Danilov, sendo este mais um passo no alinhamento entre as forças de Kiev e da Aliança Atlântica, que terá uma cimeira em Washington, este ano, na qual a adesão da Ucrânia será um dos temas principais.

“Queremos ter uma posição clara sobre isto: o nosso país já provou que deve fazer parte da aliança e, se acontecer de outro modo, será uma injustiça para o nosso povo, para o nosso país e em relação a tudo o que está a acontecer neste momento”, comentou.

O Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia é um órgão de coordenação que funciona sob o comando do Presidente Volodymyr Zelensky.

A instituição coordena e supervisiona as actividades dos órgãos do poder executivo na esfera da segurança e defesa nacional.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Testes secretos e rearmamento da França: começou uma nova era nuclear

por Jornal OPaís
13 de Março, 2026

A China está a au mentar rapidamente o seu arsenal nuclear. Os EUA, a Rússia e a França também estão...

Ler maisDetails

Egipto pede diálogo para pôr fim à guerra no Oriente Médio

por Jornal OPaís
12 de Março, 2026

O Egipto reafirmou a necessidade de buscar uma solução negociada para a guerra em curso no Oriente Médio, que começou...

Ler maisDetails

Ataques jihadistas atingem bases militares nigerianas no Nordeste

por Jornal OPaís
12 de Março, 2026

Grupos extremistas jihadistas, incluindo o Boko Haram e uma de suas facções, foram responsabilizados pela intensificação dos ataques contra bases...

Ler maisDetails

Fórum de Revisão do Plano Estratégico da AUSC Região 5 reúne responsáveis desportivos em Maputo

por Jornal OPaís
11 de Março, 2026

A cidade moçambicana de Maputo acolhe, desde ontem até amanhã, o Fórum de Revisão do Plano Estratégico da African Union...

Ler maisDetails
DR

Municípios do Sumbe, Porto Amboim e Gangula vão ficar seis horas sem energia eléctrica devido à obras de manutenção

13 de Março, 2026

‎SIC entrega viaturas recuperadas de antigos gestores públicos do Governo Provincial do Bengo

13 de Março, 2026

‎Apreendidas mais de sete mil toneladas de peixe durante operação nas províncias de Luanda e Bengo

13 de Março, 2026

Crescimento da indústria transformadora com impacto directo no sector não petrolífero

13 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.