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Operações de retirada de cidadãos iniciadas por vários países no Sudão

Jornal Opais por Jornal Opais
24 de Abril, 2023
Em Mundo

O Reino de Espanha iniciou, ontem, uma operação de retirada de cidadãos espanhóis, europeus e sul-americanos do Sudão, no mesmo dia em que outros países anunciaram operações de repatriamento de pessoas retidas naquele país devido aos confrontos da última semana

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Seis aviões do exército espanhol voaram para o Djibouti para retirar cerca de 80 pessoas, entre espanhóis, europeus e sul-americanos e aguardam um espaço seguro para pousar e iniciar a operação, segundo informações de fontes diplomáticas espanholas à agência EFE.

A ministra da Defesa espanhola, Margarita Robles, disse à EFE que os aviões estão preparados para que assim que o cessar-fogo for respeitado, se possa realizar a operação.

Admitindo não ser fácil pelo facto de o aeroporto do Sudão estar encerrado, a retirada terá que ser feita a partir de um aeródromo próximo e por estrada.

Além de Espanha, vários países têm em curso operações de repatriamento, disse a responsável.

As autoridades líbias concluíram, ontem, a retirada, por mar, de quase uma centena de cidadãos retidos no Sudão, devido aos confrontos da última semana, que já provocaram pelo menos 400 mortos e mais de 3.500 feridos.

O embaixador da Líbia em Cartum, Fawzi Boumrez, anunciou no Sábado a retirada de 83 cidadãos e suas famílias através de Port Sudan (Nordeste), localizado a 600 quilómetros da capital e às margens do Mar Vermelho, de onde serão transferidos para a cidade saudita de Jeddah antes de retornar ao seu país.

A Itália anunciou que pode ocorrer ainda hoje o repatriamento de 140 cidadãos.

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, “foram contactados durante a noite, estão todos bem e foram convidados a dirigirem-se à embaixada em Cartum”, de onde será tentada a retirada.

O governo britânico informou , ontem, que retirará o pessoal diplomático do Sudão “o mais rápido possível” e aconselhou os britânicos retidos naquele país a comunicar a sua presença ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e a permanecer em local seguro.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de França anunciou uma “operação de retirada rápida” de cidadãos franceses e pessoal diplomático, em que poderão ser apoiados outros cidadãos europeus e nacionais de “países parceiros aliados”.

A embaixada da Turquia no Sudão disse que o processo de retirada dos seus cidadãos também arrancaria, ontem, tendo em conta a situação caótica que se vive actualmente na capital, Cartum, e ao retomar dos confrontos.

No Sábado, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que estava concluída a retirada dos funcionários da embaixada norte-americana no Sudão, noticiou a agência de notícias Associated Press (AP).

Sauditas e cidadãos de outros países retirados do Sudão chegaram também esse Sábado a Jeddah, cidade portuária da Arábia Saudita, no dia em que o chefe do exército admitiu não controlar o aeroporto internacional de Cartum, comprometendo operações de retirada.

Segundo a mais recente contagem da Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 413 civis morreram e 3.551 ficaram feridos desde o início do conflito no Sudão.

Os confrontos começaram há uma semana entre as forças armadas, comandadas pelo líder de facto do país desde o golpe de Estado de Outubro de 2021, o general Abdel Fattah al-Burhan, e os paramilitares do das Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês), chefiados pelo general Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como “Hemedti”.

 

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