O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, admitiu que Washington anunciou um reajuste na sua contribuição para o Modelo de Forças da NATO, com os aliados europeus a compensarem esta redução
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou, essa Quinta-feira, não poder garantir que, em caso de guerra, os Estados Unidos disponibilizem à Aliança os recursos militares que prometeram por terem de se “ocupar de múltiplos teatros de operações”. “Se rebentar uma guerra, é claro que todos os aliados, incluindo os Estados Unidos, farão tudo o que estiver ao seu alcance.
Não digo que possam cumprir tudo o que prometeram no âmbito do modelo de forças da NATO, mas darão o máximo”, disse Rutte à imprensa à chegada a uma reunião dos ministros aliados da Defesa, na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas.
O antigo primeiro-ministro neer landês precisou que “isso dependerá, naturalmente, do tipo de guerra em causa, das limitações existentes e dos desafios que surjam”. “Mas estou bastante seguro de que lutaremos nessa guerra e a vence remos”, acrescentou.
Rutte pronunciou-se depois de Washington ter anunciado que vai reajustar a sua contribuição para o Modelo de Forças da NATO, a estrutura operacional que organiza, gere e comanda as forças militares dos países aliados.








