De acordo com uma carta enviada ao secretário-geral da ONU, António Guterres, pelo representante permanente do Irão, Amir Saeed Iravani, os países mencionados são Bahrein, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e Jordânia
Esses países “devem reparar, integralmente, os danos sofridos pela República Islâmica do Irão, incluindo indemnização por todos os danos materiais e morais sofridos co mo resultado dos seus actos in ternacionalmente ilícitos”, afir ma o documento.
O diplomata iraniano argumenta que os Estados mencionados não apenas cederam os seus territórios para a realização de ataques contra o Irão, mas, em alguns casos, também estiveram directamente envolvidos em acções armadas contra alvos civis. Iravani enfatizou que autorizar o uso de território nacional para tais operações constitui um “acto de agressão”.
Em 28 de Fevereiro, os EUA e Israel lançaram ataques coordenados contra o Irão em meio a negociações indirectas em andamento entre Washington e Teerão sobre o alcance do programa nuclear iraniano. A nação persa respondeu à ofensiva com ataques retaliatórios contra Israel e bases militares norte-americanas localizadas em diversos países do Oriente Médio.
Na semana passada, após qua se 40 dias de confrontos, o Irão apresentou aos EUA uma proposta de cessar-fogo em dez pontos, que incluía garantias de não-agressão, controlo sobre o estreito de Ormuz e reconhecimento do seu direito de enriquecer urânio, além da sus pensão das sanções, compensação e a retirada das tropas norte-americanas.
Contudo, no último Domingo (12), os EUA e o Irão anunciaram que as negociações entre as suas equipas em Islamabad não haviam chegado a um acordo de vido a divergências em várias questões-chave.
Após as negociações, Trump declarou que a Marinha dos EUA bloquearia todas as embar cações que tentassem entrar ou sair do estreito de Ormuz a par tir das 14h00 GMT de Segunda feira (13).









