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Gronelândia acusa EUA de acto de ingerência com visita ao território

Jornal Opais por Jornal Opais
26 de Março, 2025
Em Mundo

O médico do Hospital Gemelli que acompanhou o Papa durante o internamento, Sergio Alfieri, confirmou, ontem, que Francisco correu risco de vida e que a equipa teve de decidir entre “deixá-lo ir” ou “tentar todas as terapias possíveis”

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Numa entrevista publicada, ontem, no jornal Corriere della Sera, Alfieri, que já operou o Papa, de 88 anos, noutras ocasiões, afirmou nesta entrevista que, naquele momento, “Francisco sabia que poderia morrer” e as pessoas ao seu redor “tinham lágrimas nos olhos”.

O pior momento dos 38 dias que o pontífice argentino passou no hospital, devido a uma infecção respiratória que escalou para pneumonia nos dois pulmões, foi no dia 28 de Fevereiro, quando sofreu um episódio de bronco espasmo. “Pela primeira vez, vi lágrimas nos olhos de algumas pessoas ao redor dele.

Pessoas que, pelo que pude entender durante esse período de hospitalização, o amam de verdade, como um pai. Todos sabíamos que a situação tinha piorado ainda mais e que havia um risco de não conseguirmos”, revelou.

Ao Corriere della Sera, Alfieri explicou: “Tivemos de escolher entre parar e deixá-lo ir, ou forçar e tentar todos os medicamentos e terapias possíveis, correndo o risco muito alto de danificar outros órgãos. E, no final, optámos por esse caminho.”

A decisão foi tomada por Massimiliano Strappetti, o médico pessoal do Papa Francisco, que conhece perfeitamente os desejos do pontífice argentino.

O médico disse ainda que o Papa percebeu que poderia morrer porque, “mesmo com a sua condição a piorar, estava totalmente consciente”. “Aquela noite foi terrível.

Ele sabia, assim como nós, que talvez não sobrevivesse à noite. Vimos um homem que estava a sofrer. Mas, desde o primeiro dia, ele pediu-nos para contarmos a verdade sobre a sua condição”, acrescenta.

Sergio Alfieri explicou que a equipa médica, com as terapias que aplicou, correu o risco de danificar os rins e a medula óssea, mas prosseguiu o tratamento, até que o corpo respondeu e a infecção pulmonar melhorou.

Depois veio o segundo episódio em que o Papa esteve perto da morte: “Estávamos a sair do momento mais difícil e, enquanto comia, o Papa vomitou e aspirou”.

“Foi o segundo momento realmente crítico porque, nesses casos, se ele não fosse socorrido rapidamente, havia risco de morte súbita, além de complicações nos pulmões, que já eram os órgãos mais comprometidos. Foi terrível, realmente achamos que não iria sobreviver”, contou.

Na entrevista, Alfieri relembra um momento especial: “Quando, no momento mais difícil, ele segurou a minha mão por alguns minutos, como se procurasse conforto”.

O médico destacou igualmente o bom humor do Papa durante a estadia no hospital, contando: “Assim que ele começou a sentir-se melhor, pediu para andar pela enfermaria”.

“Perguntámos se queria que trancássemos os quartos dos pacientes, mas, em vez disso, ele olhou em redor, procurou o olhar dos outros pacientes. Usava uma cadeira de rodas e, num dos dias, saiu do quarto cinco vezes, talvez mais”, acrescentou.

Alfieri contou ainda que o pontífice argentino, numa tarde, “deu dinheiro a um dos colaboradores e ofereceu pizza a quem o ajudou naquele dia”.

A propósito do regresso ao Vaticano, o médico comentou que foi o Papa que numa manhã lhe perguntou: “Ainda estou vivo, quando voltamos para casa?”.

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