O Ministério da Saúde (MINSA) vai dar início, nesta segunda-feira, 15, ao Curso de Tripulante de Ambulância de Transporte (TAT), uma acção formativa destinada ao reforço das competências dos profissionais que actuam na assistência pré-hospitalar e no transporte seguro de doentes.
A formação terá lugar no Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé” e é promovida pela Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde (UIP-PFRHS), no âmbito do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Saúde (PFRHS), financiado pelo Banco Mundial.
Segundo uma nota da instituição, a iniciativa visa fortalecer a capacidade técnica e profissional dos trabalhadores do sector da saúde, contribuindo para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população e para o avanço da Cobertura Universal de Saúde em Angola.
A acção formativa contará com a participação de médicos e enfermeiros e será ministrada por uma equipa de formadores portugueses durante cinco dias de aprendizagem teórica e prática.
O curso está estruturado em módulos de Suporte Básico de Vida (SBV), Suporte Básico de Vida com Desfibrilhador Automático Externo (SBV+DAE) e Suporte Avançado de Vida (SAV), permitindo aos participantes adquirir conhecimentos para actuar em situações de emergência médica, reanimação cardiorrespiratória e transporte assistido de doentes.
De acordo com a nota, a formação assume especial importância por preparar profissionais capazes de responder de forma rápida, coordenada e tecnicamente adequada às situações de urgência e emergência, garantindo maior segurança ao doente desde o primeiro contacto até à unidade hospitalar de referência.
A ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta, considera que o reforço das competências dos profissionais representa um investimento estratégico para o futuro do sistema de saúde angolano.
“Estamos a investir naquilo que representa o maior activo do Sistema Nacional de Saúde: os seus profissionais. A qualificação contínua dos nossos quadros é fundamental para garantir uma resposta mais rápida, segura e eficaz às emergências, salvar mais vidas e aproximar os serviços de saúde das necessidades reais da população”, refere a governante citada na nota.






