Pedro Lumingo, Elias Gonçalves e Saura Bartolomeu tiveram as penas mais elevadas, de 17 anos e 10 meses. A mesma instância determinou, também, a perda dos bens apreendidos a favor do Estado e manteve as indemnizações de milhares de milhões de kwanzas. Aquela instância decidiu ainda pela reversão da absolvição da co-arguida Irene Domingos, que vai agora condenada a 8 anos de prisão efectiva
O Tribunal da Relação de Luanda (TRL) agravou várias das penas aplicadas aos arguidos no caso AGT, e elevou para 17 anos e 10 meses de prisão as condenações dos cidadãos Pedro Silva Lumingo, Elias João António Gonçalves e Saura Macaia Sebastião Francisco Bartolomeu, ao mesmo tempo em que reverteu a absolvição da coarguida Irene de Jesus Domingos, a qual vai condenada a oito anos de prisão efectiva por peculato.












