EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Sex, 12 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Tomate angolano vendido na RDC por falta de condições para conservação

Jornal Opais por Jornal Opais
13 de Agosto, 2024
Em Economia, Manchete

O presidente da união Nacional dos Camponeses de Angola (UNACA), José dos santos, contou ao OPAÍs que grande parte do tomate plantado no ano agrícola 2023/2024 está a ser vendido na República Democrática do Congo (RDC), por falta de condições de conservação no país

Poderão também interessar-lhe...

Uíge desenvolve sistemas para ajudar Zaire e Benguela no combate ao contrabando de combustível e inundações

Empresas nacionais e estrangeiras apostam na contribuição da economia digital

Namíbia quer extensão do Canal do Cafu para o seu território

Segundo o responsável da UNACA, o tomate, produzido principal- mente em Luanda, está a ser vendido nas mãos de vários comerciantes que transportam para RDC, justificando o processo pelo facto de não haver condições internas para o armazenamento e conservação em grandes quantidades.

“Temos estado a constatar que grande parte do tomate produzido em Luanda está ser comprado pelo Congo e a procura continua a aumentar por parte dos comerciantes deste país”, reforçou o líder associativo.

José dos Santos disse que os comerciantes da RDC, por regra, optam por efectuar o pagamento antes mesmo da colheita, à semelhança do que vem acontecendo com o feijão que sai particularmente de Benguela.

Os compradores pagam mesmo antes da produção, depois de sair, levam directamente para o seu país”, acrescentou. Para inversão do quadro, o responsável disse ser necessário a aposta na industrialização do tomate para cobrir e evitar a alta inflação em momentos de escassez do produto, em certos períodos do ano.

“Em termos de aproveitamento, Luanda não dispõe de capacidade de conservação. Tão logo o tomate é colhido, vai directamente para os mercados informais e grandes centros comerciais, porque não temos industrialização”, disse.

Entretanto, José dos Santos sublinha que a recuperação dos campos agrícolas pelos vários camponeses, recentemente afectados pelas inundações, em todo país, permitiu a plantação e agora a colheita do tomate em abundância. A plantação do tomate vem sendo feita em diferentes fases.

Para este ano, prevê-se estender a colheita até ao final do mês de Outubro. As plantações realizadas após a recuperação de campos inundados pelas chuvas, no período anterior, em termos de colheita, são satisfatórios, porque, conforme a UNACA, conseguiu-se recuperar grande parte do que se perdeu no princípio do ano agrícola, estando- se neste momento a colher muito tomate nos campos agrícolas da província de Luanda.

Este ano, os agricultores têm estado a colher tomate em grande escala, tendo apontado como prova o facto de se verificar, nos mercados nacionais, a redução do preço deste fruto.

Mais financiamentos

Os camponeses afectos à Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agropecuárias de Angola dizem dependerem 90 por cento da agricultura para o sustento das suas vidas, por isso os seus dirigentes querem o aumento de mais linhas de financiamento que o Executivo dispõe, pelo facto de maior parte dos camponeses trabalharem com meios próprios para o cultivo de lavras.

“As famílias precisam de mais incentivos financeiros, pois a maior parte trabalha com recursos próprios. Por parte do governo houve, sim, incentivo, no âmbito do FADA, mas ainda é insuficiente e em quantidade muito reduzida”, manifestou.

José dos Santos referiu que o apoio dado pelo Estado foi mais em termos de fertilizantes, enquanto os valores monetários já desembolsados, avançou variarem de 10 a 50 milhões de Kwanzas em cooperativas filiadas dos municípios de Icolo e Bengo e Cacuaco.

Neste momento, a UNACA controla quase 70 cooperativas, destas, segundo a direcção, apenas quatro foram financiadas, no âmbito do FADA e do PRODESI. Conforme o dirigente, os apoios nunca são satisfatórios, por considerar serem ainda em números reduzidos para o número de camponeses existentes no país, tendo realçado, igualmente, sobre a morosidade no acesso ao crédito bancário.

POR:Adelino Kamongua

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Uíge desenvolve sistemas para ajudar Zaire e Benguela no combate ao contrabando de combustível e inundações

por Jornal OPaís
12 de Junho, 2026
Daniel Miguel

Uma equipa de oito estudantes, provenientes da província do Uíge, desenvolveu um sistema tecnológico para auxiliar o Governo de Angola...

Ler maisDetails

Empresas nacionais e estrangeiras apostam na contribuição da economia digital

por Rita Fernando
12 de Junho, 2026
VIRGILIO PINTO

Com arranque nesta Quinta-feira, 11, da maior feira de TIC, que se estende até amanhã, Angola está no centro das...

Ler maisDetails

Namíbia quer extensão do Canal do Cafu para o seu território

por Jornal OPaís
12 de Junho, 2026

O embaixador da Namíbia em Angola, Leonard Iipumbu, manifestou, esta semana, o interesse do seu governo em estender o Canal...

Ler maisDetails

Executivo reafirma compromisso com a modernização tecnológica no país

por Jornal OPaís
12 de Junho, 2026

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, destacou, ontem, em Luanda, o papel do Presidente...

Ler maisDetails

II Jornada Científica do IDERO destaca o papel da ciência no desenvolvimento comunitário e sustentável

12 de Junho, 2026
Daniel Miguel

Uíge desenvolve sistemas para ajudar Zaire e Benguela no combate ao contrabando de combustível e inundações

12 de Junho, 2026

Presidente João Lourenço felicita Vladimir Putin pelo Dia da Rússia

12 de Junho, 2026
VIRGILIO PINTO

Empresas nacionais e estrangeiras apostam na contribuição da economia digital

12 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.