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Produtores da indústria extractiva ressentem subida de preços

Jornal Opais por Jornal Opais
17 de Maio, 2023
Em Economia

Índice de Preços no Produtor (IPP) mostra que produtores da indústria extractiva foram os que mais se debateram com as subidas dos preços, enquanto segmento da produção e distribuição de electricidade, gás e vapor registou menor tendência de crescimento. Economista considera movimento considerável e chama atenção para índice dos bens de consumo final

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O Índice de Preços no Produtor do Instituto Nacional de Estatística (INE) dá conta que o sector da indústria foi a classe que registou maior movimentação na sua evolução, sendo que em sentido inverso, os segmentos produção e distribuição de electricidade, gás e vapor, bem como captação, tratamento e distribuição de água e saneamento registaram menores variações. Indo aos números, o indicador de preços da indústria extractiva saltou dos 179,9 em 2018 para os 381,7 em 2022. Um aumento de mais de 201 em cinco anos.

Um movimento que foi sempre a crescer, já que, segundo os da- dos, saltou de 179,9 em 2018 para os 186,6 em 2019, para depois chegar aos 197,3 de 2020. Nesta altura, regista-se então o maior salto, de exactas 132, uma variação de mais de 66%. Na indústria transformadora o salto foi mais comedido, saltou dos 113,1 registados em 2018 para os 158,7 em 2022, portanto, um aumento de mais de 45. Neste item, a evolução foi igualmente constante, sendo que apesar disso, foi sempre em volumes mais pequenos no comparativo com a indústria extrativa.

Sublinha-se que a maior variação foi registada no intervalo 2020 e 2021, quando salta de 149,7 para os 158,7. Uma variação de pouco mais de 12%. Na produção e distribuição de electricidade, gás e vapor a tendência de crescimento dos preços foi menor. Saltou de 102 registados em 2018 para os pouco mais de 119. A maior variação foi mesmo de 8%, registada entre 2018 e 2019, quando saltou de 102 para os 110.

Dos dados do (IPP) indicam que os bens de consumo final, que, conforme o economista vão ser os bens e serviços individuais adquiridos e fornecidos pelas administrações públicas à comunidade ou a grandes grupos da comunidade, apresentaram uma evolução no mínimo interessante, saltaram de 105 registados em 2018 para os mais de 148 em 2022. Aqui o movimento foi sempre a crescer mas também sempre dentro do que o economista Marlino Sambongue considera controlável. Afinal, saiu de 105 em 2018 para 109 em 2019, sendo que a maior variação foi de 7% registada em 2020.

Para o economista, a evolução dos números não deixam dúvidas, os produtores também sofreram com a inflação, e este movimento mostra que o consumidor final foi sempre sacrifica- do, não pela vontade dos produtores mas porque é quase natural o produtor empurrar todos os custos de produção para o consumidor final. O economista contactado pelo OPAÍS disse ainda que não obstante o facto de todos os itens serem relevantes pois ainda que de forma indirecta condicionam ou facilitam a vida dos cidadãos, este merece melhor atenção pois impacta directamente a vida dos cidadãos. “É dos mais importantes indicadores”, disse, pois, refere, “é dos que mais contacto tem com a vida real dos cidadãos”.

POR: Ladislau Francisco

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