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Ministros africanos reafirmaram compromisso de trabalhar na valorização do diamante natural

Jornal OPaís por Jornal OPaís
19 de Junho, 2025
Em Economia

Os ministros dos países africanos, responsáveis pelo sector dos recursos minerais, reunidos nesta quarta-feira, em Luanda, defenderam a necessidade de trabalharem unidos para a valorização do diamante natural, face à realidade que o mercado global enfrenta com o surgimento das alternativas sintéticas, os diamantes produzidos nos laboratórios

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Na mesa-redonda presidida pelo ministro angolano dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, em que participaram os seus homólogos da África do Sul, Botswana, República Democrática do Congo e Namíbia, alinharam-se estratégia para responder aos desafios que a indústria enfrenta.

Os ministros querem implementar acções em todo sector para reforçar a promoção do valor inerente e o impacto positivo dos diamantes naturais, bem como inspirar uma nova geração de consumidores globais sobre a sua raridade e beleza, a fim de ajudar a garantir o seu impacto positivo contínuo nas nações e comunidades produtoras nas próximas décadas.

Diamantino Azevedo destacou que, desde 2022, os mercados globais enfrentam uma série de perturbações com o surgimento dos diamantes alternativos, sintéticos, produzidos em laboratórios, fenómeno que, segundo disse, tem vindo a ganhar terreno, sobretudo em mercados consumidores como os Estados Unidos da América e a China.

Mas, para o ministro, em cada desafio reside uma oportunidade, por isso, a reunião de Luanda serviu para reflexão e alinhamento de estratégias para defender a produção do diamante natural.

Nos dados apresentados por Diamantino de Azevedo, calcula-se que a África é responsável por mais de 65% da produção de diamantes brutos, com Angola, Botswana, passando pela África do Sul, Namíbia, República Democrática do Congo (RDC) e Serra Leoa, entre os principais produtores.

Em Angola, segundo o ministro, os diamantes têm contribuído significativamente para a reconstrução nacional, financiando escolas, hospitais, estradas e sistemas de abastecimento de água.

Ainda sobre números, em 2024, Angola produziu mais de 14 milhões de quilates, 96% da meta nacional, o que demonstra a resiliência do sector. Dentre as acções em curso, o ministro destacou a inauguração da mina de diamante do Luele, a segunda maior do planeta em exploração a céu aberto, e a expansão do Pólo de Desenvolvimento de Diamante de Saurimo, com mais 19 novas fábricas.

Aos presentes na reunião de Luanda, Diamantino Azevedo alertou que ninguém pode alcançar o sucesso de forma isolada e, por isso, considerou ser o momento de os países africanos produtores de diamantes alinharem-se a uma só voz, para a defesa daquilo que legalmente lhes pertence.

Países alinhados

A ministra dos recursos minerais e energia de Botswana, Bongolo Kenewendo, disse estar alinhada aos novos desafios. O responsável entende, por outro lado, que os diamantes não são apenas poder, mas símbolo de resiliência.

“Eles devem tornar sonhos em realidade, através de construção de escolas, hospitais e outros projectos de impacto social nas comunidades”, exemplificando o caso de Angola.

Por sua vez, o ministro das Minas da República Democrática do Congo (RDC), Kizito Pakabomba, defendeu a cooperação entre os países e actores da indústria.

A RDC, de acordo com Pakabomba está pronta a colaborar na elaboração de uma estratégia africana para o sector diamantífero. Já a África do Sul, que começou a explorar diamantes e ouro em 1940, tendo como companhia de destaque a De Beers, defende a necessidade de se fazer publicidade das pequenas empresas, valorizá-las porque contribuem também para o Produto Interno Bruto.

Na República da Namíbia, o sector dos diamantes contribui com 16,3% do PIB, segundo a ministra da Indústria e Minas daquele país, Gaudentia Khrone.

O desafio do país vizinho de Angola é aumentar a sua produção, daí que, em 1999, capitalizou licenças para lapidação e corte de diamantes, com vista à redução das exportações de diamantes brutos. Importa referir que, no fim da reunião, foi produzido um compromisso, o chamado “Acordo de Luanda”, assinado, pelos países participantes.

Por: José Zangui

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