A ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmem do Sacramento Neto, defendeu, na Baía-Farta, província de Benguela, quando procedia à inauguração da pescaria Baía Fish, a necessidade de o processamento do pescado ser feito de “maneira digna”, para que a população tenha sempre produtos de qualidade à mesa. A governante quer melhor gestão do empreendimento económico, que contou com financiamento conjunto do BDA e do BPC de 18 milhões de dólares
Aunidade de processamento, cuja inauguração coube à ministra das Pescas, tem uma capacidade instalada de congelação de 600 toneladas e uma capacidade industrial de 80 toneladas por dia.
O empreendimento económico gerou 200 postos de trabalho, num financiamento conjunto BDA-BPC superior a 18 milhões de dólares, a ser desembolsado nos próximos cinco anos, sem, no entanto, período de carência.
A ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmem do Sacramento Neto, acenou para a questão da sustentabilidade que, segundo ela, passa por evitar aquilo que qualifica de sobrepesca.
“Trazer para a terra o pescado, que é apanhado no mar, e processá-lo de maneira digna, para partilhar com os nossos cidadãos”. A governante olha, fundamentalmente, para o binómio pesca/conservação e adverte que investimentos como aquele cuja inauguração coube a si devem, obrigatoriamente, incorporar a dimensão do saber pescar e conservar, tendo por base a «confiabilidade».
Por: Constantino Eduardo, em Benguela








