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Kâmia Madeira: “Empresas devem ter medidas e práticas que estejam ligadas ao ambiente, ao social e a governança”

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Agosto, 2024
Em Economia

A Administradora Executiva da Academia BAI, Kâmia Madeira, destacou, ontem, em Luanda, o papel que as instituições e organizações devem ter no desenvolvimento social e sustentável do país.

Em declarações a imprensa, a quando da apresentação do mais novo “Curso avançado de Gestão de Projectos Sociais, denominado “To Care”, a ser administrado, nos próximos dias, dentro da Academia BAI, Kâmia Madeira chamou atenção para que as empresas tomam consciência sobre os esforços que se tem no alcance dos objectivos de desenvolvimento sustentável (ODS).

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“As empresas devem ter medidas e práticas que estejam ligadas ao ambiente, ao social e a governança, os accionistas fazem parte deste objectivo, ao mesmo tempo têm que ter a consciência que a responsabilidade social, bem como a sustentabilidade não é algo imposta por decreto ou por lei, mas é aquilo que vai de encontro a sua responsabilidade perante as comunidades onde estão inseridas”, exortou.

Em muitos casos, segundo a dirigente, a responsabilidade da execução dos propósitos do desenvolvimento sustentável não cabe apenas ao Governo, tendo sublinhado o envolvimento de todos no cumprimento da agenda 2030.

“Muitas vezes nós associamos que estas responsabilidades de execução e implementação dos objectivos do desenvolvimento sustentável e da agenda 20/30 está apenas sobre a responsabilidade do governo ,não é! todos nós independentemente de sermos cidadãos, e estarmos inseridos nas instituições e organizações, temos um contributo a dar para o país e para onde somos inseridos”.

Para o todo constitui uma necessidade muito importante entender, em conjunto, até que ponto pode-se contribuir para desenvolvimento sustentável. Destacando que, do lado da Academia tem em desenvolvimento, e ao longo dos 12 anos de existência, em Angola, grandes trabalhos assentes na responsabilidade social.

O que levou a instituição de ensino a identificar uma lacuna, na gestão de projectos sociais, e desenvolver uma iniciativa que visa juntar todas organizações e instituições, como alvos, no sentido de as instruir, através do curso “To care” para o alcance dos objectivos sustentáveis.

Incapacidade de dar continuidade dos projectos

O especialista de gestão e ética empresarial, António Muhongo, como interveniente do evento organizado pela Academia BAI, sobre a implementação do curso avançado de projectos sociais, revelou que muitas empresas angolanas possuem incapacidades de dar continuidade dos projectos que lhes são propostos e financiados.

“ Registamos o início de vários projectos que são direccionados para colmatar uma determinada necessidade, obtêm os fundos, e permanecem em pé até o curso do financiamento, mas tão logo o financiador se retire tudo volta a estaca zero ”, revelou.

Para o também formador de entidades empresariais as empresas e organizações de têm um grande papel na gestão de projectos sociais, não devem apenas se importar em maximizar os lucros dos acionistas, no entanto, mas devem também se importar com as outras pessoas que têm interesses nas organizações e nos projectos que idealizam.

António Muhongo destaca como objectivo fundamental dos projectos sociais o impacto sustentável para as comunidades, daí que apela para as instituições não estejam somente viradas às iniciativas do marketing, e obterem visibilidade social, associar-se as marcas, ou em algo que lhes dê fama.

Precisam as empresas estarem focadas em apoiar projectos sociais, baseando-se nos apectos dos valores institucionais e das organizações, ao invés o fazerem por o simples obediência da lei.

O “To care” é definido como um Programa avançado de Gestão de Projectos Sociais, vem, segundo a sua concepção, responder à crescente necessidade de formação na área de gestão de projectos sociais, com o objectivo de impulsionar o envolvimento das empresas angolanas , no pacto Global das Nações Unidas e reforçar o compromisso com práticas empresarias responsáveis e sustentáveis, com o Alcance dos ODS até 2030, ameaçados, a insegurança alimentar, hídrica e energética cresce.

 

Por: Adelino Kamongua

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