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Exportações rendem 4,8 biliões de kwanzas a Angola no segundo trimestre de 2023

Jornal Opais por Jornal Opais
28 de Setembro, 2023
Em Economia

Diferença entre exportações e importações tem saldo positivo de 2,5 biliões de kwanzas, cerca de 3 mil milhões de dólares, numa lista de clientes e fornecedores duplamente liderados pela China

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As exportações renderam 4,8 biliões de kwanzas, cerca de 5,7 mil milhões de dólares no segundo trimestre de 2023, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). O valor arrecadado com as exportações neste segundo trimestre do ano em curso é quase 500 mil milhões de kwanzas superiores aos cerca de 4,3 biliões de kwanzas arrecadados no primeiro trimestre. Em sentido inverso, a arrecadação com as exportações do segundo trimestre de 2023 ficam longe dos mais de 5,8 biliões de kwanzas arrecadados com a mesma rubrica “exportações” no mesmo período de 2022.

Uma queda de mais de 1 bilião de kwanzas em um ano, que agrava a fraca capacidade de arrecadação por parte do Estado. A Ásia é o principal destino das nossas exportações, ten- do recebido, no segundo trimestre do ano em curso, 3,5 biliões de kwanzas, portanto, mais de 72% das exportações. Assim, sem a Ásia, Angola teria exporta- do apenas 1,3 biliões de kwanzas.

Em segundo lugar, neste ranking dos destinos continentais das exportações angolanas, aparece o continente europeu, que comprou de exportações angolanas o equivalente a 833 mil milhões de kwanzas, seguido pela América do Norte que comprou a Angola o equivalente a 215 mil milhões de kwanzas. O continente africano recebeu apenas 1,3% do total das exportações angolanas. Em termos monetários, África pagou a Angola pouco mais de 60,6 mil milhões de kwanzas, como mostram os dados do INE.

Importações

Em sentindo inverso, as importações angolanas ficaram pelos 2,3 biliões de kwanzas, acima dos 2 biliões gastos em importações no primeiro trimestre do ano em curso. O total das importações no segundo trimestre do ano em curso é mais alto que as importações registadas no mesmo período de 2022, quando não passaram dos 1,8 biliões de kwanzas. Trata-se de um aumento negativo de 500 mil milhões de kwanzas no saldo de importações feitas pelo país. Quanto à origem das importações angolanas, a Ásia está na liderança, tendo vendido a Angola o equivalente a 986 mil milhões de kwanzas no segundo trimestre do ano em curso.

Em segundo lugar, segue o continente europeu que vendeu ao país o equivalente a 829 mil milhões de kwanzas no mesmo período. O continente africano não é o que mais compra a Angola, como se pode ler mais acima, e também não é o que mais vende. África vendeu apenas 11,5% do total das importações angolanas e recebeu de Angola, o equivalente a 268 mil milhões de kwanzas de pagamentos destas compras. Em termos de países, a China lidera as duas classes, a das importações e a das exportações angolanas.

POR: Ladislau Francisco

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